Cobertura de Chocolate: 16º AnimeXtreme

 AVISO: ESSE É O REVIEW DO EVENTO - A PARTE ESCRITA -, MAS DOMINGO QUE VEM TEM O PANKEKA SHOW QUE VAI TRAZER A COBERTURA COMPLETA DO ANIMEXTREME EM VÍDEO COM TODA A COBERTURA QUE FIZEMOS. VOCÊ PODE ATÉ GOSTAR DESSE REVIEW, MAS VOLTE DOMINGO QUE VEM PARA ASSISTIR TUDO QUE ROLOU COM ENTREVISTAS DOS COSPLAYS E DOS STANDS. NÃO PERDE!!


Boa noite para todos os Nerds, geek e otakus dos pampas... Sim, a noite é de vocês porque nesse fim de semana gélido ocorreu na região metropolitana de Porto Alegre o maior evento de cultura japonesa do sul do Brasil. Embora verdade seja dita: Nunca fez tanto sentido as palavras "evento multitemático". A AFAR produtora tem anos de cancha nesse segmento de evento, mas pareceu conseguir algo raro nesse tipo de acontecimento: Ser realmente um evento multitemático!
Impressionante o número de stands com atividades novas e totalmente diferentes, mas que nem por isso não são de agrado aos seus frequentadores. A AFAR entendeu há algum tempo que o leitor de mangá também pratica esporte (ou deveria) e gosta de literatura medievais. Que a guria que lê Harry Potter também está aprendendo a ver Walking Dead. Somos todos nerds e não é fácil prender nossa atenção. Porém existem por aí muita coisa para tentar esse feito e que se feitas com qualidade e com uma vinculação específica o tiro é certeiro. O Toma Rumo Guri estava lá  como imprensa oficial para trazer todas as informações relevantes desse evento.



Como diria a sábia Sandy: "A noite cai e o frio desce", e como desceu. Tal como uma mulher naqueles dias fomos agraciados com aquela queda brusca... de temperatura. Os termômetros pareciam  tentar medir uma possível febre no Sub-Zero. E com tudo isso - Gargantas feridas, recuperações e uma reunião de business a respeito do marketing envolto nas novas diretrizes do blog - infelizmente não comparecemos no dia mais frio. Porém domingo estavámos lá, firmes e fortes na paçoca. O frio não era tanto, mas ainda assombrava-nos com seus cochichos no ouvido. As filas estavam enormes e ao contrário do tempo de cara fechada o evento esgotara seus ingressos. Pessoas tiveram que voltar para casa e tiveram um triste fim: Assistir o Domingão do Faustão. AHHHHH!!
Porém os fortes sobrevivem, como dizia Goku. Tá, nunca falou nada disso, mas é a pura verdade...

Cabe aqui uma explanação. Vou dividir os fatos em prós e contras para ficar mais fácil visualizar o todo e até tentar fazer alguns exercícios de abstrações desenhando um mapa mental enquanto assobia o tema de Digimon. E claro, começar pelos contras:

* Filas enormes até para subir escada ou para ir para o pátio de trás.
* Poucos mapas ou indicativos de para onde ir.
* Lugares pequenos para os acontecimentos mais concorridos (os stands estavam bons)
* Alguns estandes meio à moda louca.

Digamos assim: Filas não tem jeito, o AnimeXtreme tem cada dia mais pessoas circulando por seu interior e não tem muito o que se fazer a respeito. O que acontece é que tem lugares com um espaço pequeno e longo no qual acaba rolando aquilo que chamo de Atravancamento de Lancherose. Sim, lá onde a mula empaca perto do trigo (=p). Talvez alguns staff em lugares estratégicos ajudassem a orientar sentidos únicos e saídas alternativas, mas nada que desmereça o evento.  Orientações eram bem-vindas também em como achar aquela sua sala favorita, o espaço era grande com várias ramificações e o jeito foi o velho e bom "vamos ver aonde aquilo ali vai dar". Já alguns lugares infelizmente não conseguimos ver e outros nem entrar de tão cheio ou desmotivante pelo tamanho da fila lombrigal. Agora o último ítem é que uma coisa ficou clara para mim: Os stands estão crescendo e muita gente (Como o simpático pessoal da Liga Comics) sabe como gerir essa demanda de interesses, talvez por serem mais velhos e maduros. Agora teve salas que eram Arkham Asylum (haha) porque não tinha um organizador ou se tinha não soube domar suas feras. Digo isso porque é tão bacana você entrar nas salas temáticas e algum instrutor ou o mais perto disso lhe receber, orientar, convidá-lo para fazer parte daquele todo. Agora você entrar e sair de uma sala com a sensação de que perdeu 10 segundos preciosos de sua vida e que é para você aprender a não ser tão curioso é algo meio estranho para um evento desses. Salinhas: Cuidem dos seus visitantes!! Porém a maioria cuidou muito bem e deu excelentes entrevistas pro papai aqui (=p).

Os prós (Chupa Jô!!):


* Stands conceituados cada vez mais legais e procurados.
* Stands e atrações novinhas.
* Organizadores de stands e cosplays solícitos e simpáticos.
* Poucas plaquinhas (comparado com outros eventos)

 Não sei vocês, mas foi nas salinhas e na área central da quadra que esse AX fez seu nome esse ano. Os organizadores mais experientes deram um show de bola em atendimento mesmo com as salas abarrotadas e souberam em sua maioria organizar o pessoal para não ficar aquele bolo no meio da sala como o aniversário do seu tio Osmar. aproveitaram os espaços e divertiram pacas. Entretenimento é o canal. Teve coisas novas que foram muito legais de se conhecer como o pessoal que veio mostrar do que é feito o Baseball (com sua máquina Derruba-Homens) e também o Clube das Armaduras Medievais (Fus Ru Dahhh!!), que principalmente o organizador principal deu um show de conhecimentos históricos mesmo vestido de dr. Doom. Todo mundo tirou foto de boa, ninguém subiu no salto e até os cosplayers entenderam que eles são as atrações disso tudo e que tirar foto é natural. Palmas pra todos. E sério, pode parecer bobagem, mas agradeço porque, até vi, mas foram poucas plaquinhas de "vendo meu corpo" que achei por lá. Acho que adolescentes não deveriam vender-se por tão pouco, não importa se é brincadeira ou não. Vi gente trocando bitoquinhas, isso vale, mas plaquetas eróticas não dá mais. Vamos banir isso desses eventos? Escreva "me dá seu msn", mas só, né. Até garotas adultas com isso, o que é muita abobadice. Mulheres (+18), caprichem nos cosplays que vale mais. E não citei direito nos prós, mas o pessoal que frequenta o evento e ficou na quadra foi que deu O show: Com alegria todo mundo posou pra foto, fez festa e até desceram catarata a baixo com os "Gritadores das cataratas do Iguaçu", haha.

Fiquem com as fotos do que rolou no evento (não postarei todas hoje, postarei algumas e subirei hoje e amanhã aos poucos as outras: 
























































Parabéns, AnimeXtreme, parabéns AFAR. Foi um evento bem legal e esperamos que a tendência sempre seja essa. Claro que muita coisa do que me diverti foi do que eu próprio proporcionei correndo de um lado para o outro tentando trazer a melhor cobertura já feita. Aí é que entra o seu papel leitor, nos conte sua experíencia e enriqueça o TRG com sua versão do evento. Espero que tenham gostado e voltem aqui semana que vem (Ah, voltem todo dia, vai...) porque domingo que vem (se tudo der certo) estréia o Pankeka Show e vai ser sobre o AnimeXtreme com todas as entrevístas que fizemos, vai ser muito legal. 80% do material está em vídeo. E AFAR, nos chame para o próximo, okay?

Equipe TRG fazendo pose.


Shoryuken!!

nééééém, prefiro o nosso...

Toma Rumo Guri!!







Não há nada para ver aqui - Trilogia M.I.B



Lutando contra a escória do universo. Siiiiiiim, é assim que somos apresentados à maior trilogia a respeito da teoria de conspiração mais cool de Hollywood. Agente J (Jay), K (Kay) e outros personagens nos são introduzidos (ui) e nos permitem respirar tranquilo (há mais de uma década) enquanto eles limpam as bagunças aliens. Conheça mais a fundo o universo da M.I.B e relembre o que é um Neuralizador, como cachorros ficam estilosos de óculos escuros e tente descobrir o porquê que em uma agência inteira apenas 2 funcionários cuidam de todo o universo. Ouça, baixe, avise o amigo, àquela vizinha gostosa e só não esqueça: Há sempre alguém lhe vigiando.

                    
Ou clique AQUI para baixar.
Anunciante desse Pankeka Cast:


 
AnimeXtreme: Clique AQUI para conhecer o site do evento

O maior evento de cultura japonesa do RS recebe o TRG como imprensa oficial. E você amiguéte, pode participar. É bem simples: Estaremos lá cobrindo mais um evento do interesse de nossos leitores e iremos fazer aquele review sincero. Além disso iremos tirar muitas fotos de cosplay, portanto se você estiver caracterizado passe para dar um plá conosco. Além disso venha escrever um trecho do Grande Livro Nerd: Simples, iremos começar uma história e cada interessado poderá ajudar a completá-la. Teremos 2 gêneros diferentes, um no sábado e outro no domingo. Só não vale palavrão e avacalhações em geral, de resto use sua imaginação. E se rolar queremos ver se gravamos externas para o primeiro Vídeocast do TRG. Siiiiiiiim, o espermatozoide do Pankeka Show. Wow. Haha, seja como for o intuito é a diversão. E se tudo der certo, no domingo pensaremos em sortear Bottons. Então fique esperto, comente, e participe.

Algumas coisas citadas nesse Pankeka Cast:

Frank, o agente canino


















MIB em quadrinhos:
Link1
Link2
Link3

Link da série animada:

Artesanoides



Agora esqueça tudo que você viu aqui e circulando, entendeu? =Pp

Ps. Comentem, mandem e-mail para tomarumoguri@gmail.com e aguardem cada vez mais novidades. Ah, empresas: Estamos aceitando patrocínio, venha crescer com a gente, Cative seu público nerd.

E pensar que o Jay na Comics era um loiro azedo. =Pp

Toma Rumo Guri!!

Saraiva Digital Reader - Não Recomendo (Por Enquanto)



   Falaí, pessoaR! Preparados para o maior evento otaku do RS? Como foi anunciado na página do Facebook do TRG, Guri e eu fomos agraciados como imprensa na cobertura, pelos dois dias! Em meio aos preparativos lá fui eu na busca de um aplicativo simples de mexer e que fosse bem bacanudo. Essa semana indo namorar a coleção da Torre Negra (*-*) na Livraria Saraiva, já que comprar fica impossível quando se está nadando na pobreza, e tive a agradável surpresa de ver que a livraria está disponibilizando um aplicativo para Android que permite a leitura dos livros. Dãã, claro que serviria pra isso um aplicativo de livraria, mas fiquei super curiosa de ver como é que era e corri pro lugar mais próximo com wireless e baixei o aplicativo. Beem, até aí beleza. O Market (agora conhecido como Google Play, mas não pelo Guri) nunca me deixou na mão, desde que a rede seja decente.
   Bom isso foi ontem. Devido aos estudos, (ganhei um livro sobre Bioquímica que é maravilhoso, to amando!) e meus afazeres gerais, fui testar o "baguio" hoje de manhã. Gentem, que sufoco! Aquilo não resolve travar todo meu telefone? E quando consigo ativar o gerenciador de tarefas e finalizo pra tentar de novo, fica pior do que antes, fez até meu rico telefone desligar. O Saraiva Digital Reader, que possibilita leitura de e-books, em formato pdf, e também realiza vendas de livros já começou deixando a desejar. Claro que tu deves estar pensando que meu aparelho é um desses "Xing-Ling", mas muito te enganas. Não é um Galaxy SII ou melhor ainda, SIII, mas meu Galaxy Y é perfeito e funciona maravilhosamente pra tudo que eu desejo fazer. Também não atolo ele com aplicativos inúteis. São poucos os que tenho instalados e todos tão lá firmes e fortes, com a talvez exceção de AB Space, mas esse tenho relatos de que tem apresentado problemas pra rodar mesmo. Mas enfim, não é aí que quero chegar. Seria o tamanho do SDR o motivo de não rodar? 5,2MB, acho difícil ser por isso, o Face pra Android tem mais de 6MB e funciona super bem no meu smartphone. Já não gostei de cara. Li uma crítica sobre o aplicativo, é bem informativa e mostra tudo que ele tem a oferecer para nós, usuários de Android. Dizem que o sistema foi atualizado pra essa plataforma e que já não está mais apresentando tantos problemas, porém infelizmente não vou saber ainda, ele não abriu! Vou seguir tentando testá-lo, talvez até em outro aparelho, para chegar a uma conclusão sobre a sua funcionalidade. Por enquanto, deixo pra vocês a crítica que li do site Bibliotecno. Quando conseguir finalmente testá-lo contarei tudo pra vocês, e semana que vem já venho com outro aplicativo  que dê certo!

"Nas poucas análises tecnológicas que o Bibliotecno faz até o momento abordamos aplicativos para smartphones que não são ligados diretamente a indústria do livro ou são estrangeiros. Para o universo Android, os dispositivos Samsung Galaxy Tab (Tablet) e Samsung Galaxy S (Smart) em muitos casos vem com o aplicativo Aldiko instalado e configurado para compra de ebooks na Livraria Cultura. Lançado há pouco tempo para Ios (Iphone, Ipod e Ipad) agora a Saraiva amplia ao Android (Smarts e tablets) o seu aplicativo, que veremos aqui, e que também é compatível com e-readers.
A diferença do aplicativo da Saraiva é que este é todo produzido pela livraria brasileira com catálogo de obras nacionais. Com um aplicativo gratuito a leitura fica muito interessante para tablets e smartphones, podendo gerenciar desde a compra da obra até a leitura, marcação de notas, opções de visualização, contudo, nem tudo são flores.
O aplicativo lê obras com (Adobe ID) ou sem DRM, o que é interessante para os formatos PDF e EPUB e tem o acervo da livraria Saraiva a disposição. O primeiro problema é que temos um acervo de obras nacionais, mas ainda muito restrito e, principalmente, caro. Chega-se a ter e-books com o custo superior a R$ 100,00.
A segunda pedra no meio do caminho está na usabilidade da loja. Ao entrar no programa é necessário se cadastrar no site da saraiva e a compra de livros pode ser feita diretamente no aplicativo. As páginas de cadastro e da loja são páginas da web, porém, não adaptadas para dispositivos móveis. Em um Tablet de 10 polegadas a usabilidade não fica muito prejudicada, mas em tablets de 7 polegadas e smarts de 4 polegadas as coisas ficam muito ruins. Nem me arrisco a falar em smarts de 3,5 polegadas para proceder a compra. O bom é que é possível comprar em um computador de mesa ou notebook e depois baixar a obra no dispositivo móvel, como ocorre no aplicativo do Kindle, porém, em nosso teste a obra demorou muito para aparecer como disponível no aplicativo, quase 3 horas! Na prática da leitura é que infelizmente o aplicativo da Saraiva faz feio, e muito feio. Acostumado com diversas opções de configuração de tipografia dos outros aplicativos, fui obrigado a me virar com poucas opções (apenas 3) pré determinadas, onde o maior tamanho de letra é pequeno, ao meu ver. As opções de layout de cores são muito limitadas e tipos de fontes ausentes. Infelizmente o aplicativo aproveita muito pouco do que o formato EPUB tem a oferecer em dispositivos de leitura.
É estranho ver o aplicativo ter mais de 5,2 Mb já que o Aldiko Reader, um aplicativo bem mais complexo apresenta 5,1 Mb, o Kindle, da Amazon, tem 3,5 Mb e o Google Books tem 1,9 Mb, Todos os outros citados tem mais recursos, a saraiva só ganha por ter uma loja com livros nacionais adicionada, mas é bom frisar que a loja em si não está nos 5,2 Mb do aplicativo, pois ela está na nuvem.
O resultado é que um aplicativo com tamanho tão grande para o que oferece torna-se problemático para a leitura de alguns livros. Com o mesmo dispositivo foi feito o teste de leitura em duas obras conhecidas da infância de quase todas. Para a curta “Chapeuzinho vermelho”, um livro curto em formato EPUB, a leitura fluiu bem. Já para a obra com duas histórias de “Alice”, com volume de páginas maior, o aplicativo travou e por várias vezes fechou sozinho.
Se o aplicativo não suporta os próprio livros oferecidos pela Saraiva, a navegação também é outro problema. Enquanto outros programas apresentam diversas formas de transição de páginas, como movimento para esquerda ou direta da tela, toque nos cantos do visor e até o uso de botões físicos do dispositivo, o aplicativo da Saraiva permite apenas a primeira forma citada de transição. Qualquer toque na tela, mesmo que por descuido, leva a tela de personalização do aplicativo, o que também atrapalha a leitura.
Enfim, esta é uma análise do aplicativo para Android (para outras plataformas o aplicativo já está mais maduro), que é um dos sistemas que mais vem ganhado adeptos – há até o rumor da Amazon passar a utiliza-lo. Sendo primeira versão problemas são aceitáveis – por mais que neste caso sejam muitos – e espero que a Saraiva possa melhorar o aplicativo, pois trata-se de uma grande do mercado livreiro trazendo títulos nacionais a diversos dispositivos."


Beijos da Bezerrinha


  

SDMQ - Não consigo ver nada


às vezes as histórias nem são tão ruins. E tem até vezes que o preço condiz com a qualidade daquilo que você lê. É, mas isso é bem as vezes. Porque vou te contar, velho... às vezes parece que foi feito tudo bem nas coxas... Como essa cRássica edição de uma cópia bem fajuta do alma Negra:


Isso acontece quando deixam o estagiário sozinho no setor...

E me lembra a cena mais cRássica ainda do Pica-Pau.



 Toma Rumo Guri!!

The Twilight Zone


   Antes que alguém com cultura diga o que uma série de televisão tá fazendo numa coluna de filmes, já digo que isso não tá de todo errado. Saiu um filme baseado nela, embora não seja dele que vou falar aqui. Vamos fugir um pouco à regra, ainda mais eu, que to há séculos sem postar nada. Faltou inspiração e vontade de escrever, e como hoje to elétrica e um bocado menos tonta, e ainda é dia de postar, lá vou eu. Isso se o meu chefe permitir, ele tem todo o direito de me demitir, por minha péssima conduta em ambiente de trabalho. Viu, Guri? Se for da tua vontade, aceito essa decisão resignada. Porém, antes que a mulher gorda cante e o martelo seja batido, senti uma vontade enorme de escrever sobre essa série que é maravilhosa em todas as suas versões. Por que não no meu blog? Simples, ele é pessoal, e o tema dessa série tem tudo a ver com o conteúdo do TRG.
   The Twilight Zone, ou Além da Imaginação, é uma série de ficção científica e foi exibida entre 1959 e 1964 pela CBS, criada pelo finado Rod Serling e dirigida por Stuart Rosenberg. Teve 5 temporadas, totalizando 156 episódios ao todo. Alguns episódios me lembram bastante Doctor Who, mas não to acusando os produtores dessa última nem nada, até porque nem poderia. O sucesso foi tanto que nos anos 1980 a CBS lançou O Novo Além da Imaginação com 3 temporadas. E não pára por aí não, em 2002 saiu uma última versão, apresentada pelo lendário Forest Whitaker, contendo apenas 1 temporada. Uma pena, pois essa última foi tão genial como as duas primeiras (com exceção de alguns episódios, como o primeiro, que são extremamente fraquinhos).
   São apresentados ao público episódios com temas de suspense, terror, às vezes finais felizes. É importante que se saiba que é uma série que explora a nossa mente, podendo assustar e até fazer graça. Quem tá esperando por finais estilo Contos da Cripta pode ir se preparando porque tá longe disso. São tratados temas muito fodas como viagens no tempo, alienígenas, mundos paralelos, vampiros, fantasmas... tudo pode acontecer, tudo é real dentro da mente, a não ser que coloquemos barreiras na mesma. Cada uma das séries tem a famosa fala que abre os episódios, mas particularmente eu não sou muito fã dessa última, já a primeira é massa:
   "Há uma quinta dimensão além daquelas conhecidas pelo Homem. É uma dimensão tão vasta quanto o espaço e tão desprovida de tempo quanto o infinito. É o espaço intermediário entre a luz e a sombra, entre a ciência e a superstição; e se encontra entre o abismo dos temores do Homem e o cume dos seus conhecimentos. É a dimensão da fantasia. Uma região Além da Imaginação."
   Além de todo um enredo que para as pessoas com mente mais aberta, soltinha, pode ser possível, na sua última versão sempre há um aprendizado a ser tirado da história contada. Sei que pode parecer coisa de péla-saco, mas é muito maneiro essas lições no final do episódio. Fora isso, Serling está no seleto grupo de pessoas que me trouxeram para o mundo do sobrenatural e do tudo é possível até que a ciência prove em contrário, juntamente com Edgar Allan Poe e Stephen King. Decepcionante foi ele ter morrido de câncer no pulmão por fumar demais, mas quem não faz merda na vida? Poe morreu sem o fígado também. Pena, dois gênios que o mundo perdeu precocemente.
   Não vou colocar links para download dos episódios aqui porque isso é apenas uma resenha. Mas verdade seja dita, a série começou a ser exibida no Brasil nos anos 1960, sem internet. Dependiam da bondade do canal exibidor, embora geralmente tinham que esperar a já conhecida 1 semana até o episódio seguinte. Que ansiedade, tchê. Mas hoje dá para baixar as 3 versões e assistir um episódio atrás do outro sem medo de ser feliz.
   Dentre tantos episódios que poderia escolher para postar aqui, escolho um que é mais recente, mas uma verdadeira lição. Espero que apreciem:



   

Beijos da Bezerrinha