Próteses baseadas em Heróis dos Quadrinhos

 Enquanto à noite nos recostamos no aconchego de nossas camas  tomando um chá quente e folheando nosso gibi antigo de Heróis da TV nº 50 (Lembra desse? Tinha a Sonja na capa com muita pele a mostra =Pp) vendo heróis como o Homem de Ferro salvando o mundo e imaginando que aquilo é apenas ficção pessoas quase anônimas fazem um trabalho tão fantástico quanto o que o Toninho faz nos laboratórios Stark, com exceção é claro de um reator nuclear diminuto, huhu. Porém o resultado é algo que irradia muito mais do a transformação de hidrogênio em hélio: O sorriso de uma criança.


Uma galera inteligente pra caramba (Tanto em conhecimento quanto em finalidade) se juntou com o objetivo de ajudar crianças com alguns casos graves de distrofia ou mesmo perda da mão ou antebraço e para deixar a coisa mais divertida criaram próteses com design inspirado em histórias em quadrinhos (Como Wolverine e Iron-man) e fantasias high-tech em geral. 
São braços mecânicos que mesmo temáticos são totalmente funcionais devolvendo a essas crianças o poder lúdico de levantar uma espada, jogar uma granada ou mesmo uma tarefa simples de erguer um copo. Não é demais?
O mais legal é que essas próteses são modeladas e projetadas por impressoras 3D o qual há algum tempo tem se falado muito na área da tecnologia e agora estamos colhendo os primeiros frutos. 
E um dos integrantes desse bonito trabalho é um brasileiro, Marcelo Botelho que é engenheiro mecânico e um ninja na arte da impressão 3D.  




Esse é um post um tanto quanto diferente, mas espero que mais pra frente voltemos a falar sobre ele. Pois é um projeto que envolve Quadrinhos, robótica (Sim, tem programação), automação e solidariedade. E como diria Eek, the cat: "Ajudar não dói".

Você pode ajudar e saber mais desse projeto em: http://enablingthefuture.org/

Segue a imagem da HdT nº 50:



Toma Rumo Guri!!

Divulgado data oficial do filme do Doutor Estranho


Mais uma conjectura que se vai. Com a previsão de ser filmado em meados de maio de 2015 o filme do Doutor Estranho ganha as telas no dia 08 julho de 2016. Ainda que pequenos detalhes sem importância nenhuma (como o ator que dará vida ao mago, já que Joaquin Phoenix não fechou negócio ainda =Pp) estejam em negociações um pré-roteiro aponta Dormammu como o grande inimigo da trama, segundo Scott Derrickson que está reunido com o time de roteiristas dos filmes da Marvel. Porém tudo ainda está muito no início e muitas mudanças podem acontecer. Apesar de já esperado pelos fãs e jornalistas, mais um espaço da lacuna desse quebra-cabeça que culminará (em um primeiro momento, já que após eles deverão se reinventar) em Vingadores 3. Um desses campos é certeiramente pertencente ao dono do Mjölnir, mas ainda é muito cedo para pensar em Asgard. Stephen Strange foi criado há mais de meio século pelos velhos batutas Lee/Dikto e será responsável por implantar o elemento mágico no universo cinematográfico da Marvel. Embora, seja essencial para essa afirmação ser verdadeira descobrirmos a origem que Wanda ganhará em Avengers 2. Seja como for e levando em conta a origem da personagem será um baita enredo misturando magia e ciência. Agora é aguardar.

As datas ainda em aberto:


Doutor Estranho =>  08/07


2017
 Indefinido—  05/05
Indefinido —  03/11
2018
Indefinido — 04/05
Indefinido — 06/06
Indefinido — 02/11
2019
Indefinido — 03/05

E aí, o que vocês esperam do filme do Doctor Strange? Será que a Marvel finalmente vai errar? =Pp


Toma Rumo Guri!!


Leitura Nerd: Thanos em Busca de Poder (Parte 1 e 2)



Talvez você não saiba quem é Thanos. Talvez você ache que ele é um vilão criado exclusivamente para o cinema. Talvez você ache que ele é uma cópia do Darkseid (Bom, isso ele é, kkkk.), talvez até você ache que Os Vingadores venceriam ele de boa. Bem, você realmente precisa ler mais quadrinhos. Huhu...

Apesar dessa cena esdrúxula onde Thanos é preso por um guarda comedor de rosquinha e vai para uma cadeia comum onde terá todo o cuidado do mundo para pegar uma de suas gemas se ela cair no banho... Na realidade da Marvel as coisas não funcionam bem por aí. Um nome: Jim Starlin. Esse filho da mãe não só engrandeceu o titã mais maníaco do universo como criou um pano de fundo cósmico incrível para as histórias da Marvel. Inclusive se você gostou de Guardiões da Galáxia saiba que tem um pouco do dedo dele na história. Além de Thanos Gamora e Drax são criações suas. Aliás, seria desmeritoso (essa palavra nem existe, pô!) usar apenas esses três para tentar dimensionar a importância do Jim para a Marvel. Enfim, como muitos não conhecem, e os que conhecem com certeza vão apreciar a resenha, resolvi trazer uma série de histórias de uma das sagas nais divertidas da editora, essa na qual atualmente o Universo Cinematográfico da Marvel tem embasado seu plot: As Jóias do Infinito. Eu durante toda terça vou esmiuçar todas as partes desse quebra-cabeça cósmico que envolvem uma pá de heróis, na maioria eles só ficam batendo boca e não resolvem nada sendo que os papeis principais sobram mesmo para figuras como Warlock, Magus, Galactus (Também só na politicagem, digamos), Anciões, algumas entidades esquisitérrimas e Thanos. Sim, voltamos a falar dele.

Antes uma explicação. Apesar desse puxa-saquismo todo o foco dessas edições não é falar do gigante roxo, mas sim da trama que envolve as Jóias do Poder. Tanto que deixei de fora a história de Thanos utilizando o Cubo Cósmico (Tesseract, lembra?) por não fazer parte da história das gemas. Maaaas, posso fazer a resenha dessa história se acharem interessante, visto que não deixa se completar todo o caminho trilhado por Thanos para ser um dos picas das galáxias. Bom, vamos lá...

Thanos em Busca do Poder (1 e 2) é o pontapé inicial para a trama das gemas do poder. Ainda sem a presença da Manopla que utilizaria cada uma das poderosas pedras a criatura nascida na principal lua de Saturno é ressucitado por sua inalcançável  paixão, a Morte. Sim, a entidade Morte em carne e osso. Quer dizer, mais osso, bem mais osso. Voltando a vida agora com uma turbinada por parte de sua musa Thanos está com muita mais sede de poder. Ele quer poder reinar ao lado da Morte e por isso cresce o olho para cima dos 6 artefatos mais valiosos (e poderosos) do universo inteiro (não é pouca coisa): As gemas espirituais. Aliás, a própria criatura resolve trocar seus nomes para Jóas do Infinito uma vez que apenas uma das pedras controla o espírito. Temos nessas duas partes desse gibi a explicação da origem das tais jóias. Uma Entidade Máxima (utilizo esse termo máximo porque existem no universo da Marvel trocentas criaturas com poderes divinos - como Thor, Odin, Zeus, até o próprio Thanos tem seu pé lá no terreiro divinal, embora todos esses sejam criaturas fracas comparados com entidades superiores comoo Tribunal Vivo, por exemplo) governava e reinava com seu poder descomunal, porém nem mesmo essa colossal criatura viveria para sempre e cansado de tudo deixou de existir, só que como o próprio Thanos menciona no gibi é impossível tanto poder simplesmente desaparecer e os fragmentos desse poderoso ser deu origem a tais pedras de poder. Cada qual controlando um "elemento" distinto. Vamos lá: Mente, Poder, Realidade, Tempo, Alma e Espaço. Ao agrupar todas elas sobre um mesmo domínio ela daria poderes ilimitados a quem as tivessem. E contemplando esse conhecimento ) desconhecido na totalidade até mesmo para os Anciões -entidades intermediárias como o Odin, rsrs) através do Poço do Infinito Thanos sabia de apenas uma coisa: Precisava se apoderar delas. E convenceu seu chuchu de carne pútrida, dona Morte, a lhe deixar percorrer o universo atrás das ditas pedrinhas (referir as jóias como pedras me parece uma analogia a drogas, huahaua.)

Nessas duas partes de uma história que é impossível de ser dividida como trama vemos Thanos ludibriando um a um dos portadores atuais das Jóias (elas necessitam ficar separadas, mesmo assim sozinhas elas tem um poder muito grande). Algumas das tramóias do amante da morte são sem noção alguma, mas outras são batalhas mais intelectuais do que físicas (já mostrando o bom estrategista que Thanos é), como por exemplo a luta com o Campeão (nome ridículo, eu sei). Inclusive um dos portadores de uma determinada Jóia é outra personagem conhecida atualmente pelo cinema, o Colecionador.

Toda a coleta até Thanos juntar todas as gemas sob seu poder lembra muito a caçada das dragonballs onde cada uma delas exige um desafio a ser cumprido. Essa temática de juntar artefatos é muito corriqueira (Inuyasha, Saga de Asgard dos CDZ, Senhor dos Anéis), mas sempre que bem trabalhada é muito boa. No final, um pequeno spoiler que em nada desmerece todo o argumento e nem inviabiliza o prazer dessa leitura, o titã mostra seu lado mais terno ao perceber que nem mesmo todo o poder do universo lhe trouxe o amor de sua dama nefasta. Vale muito a pena essa cena e estou me coçando para não contar, nem por uma imagem... Ahhhhhhh... Tá, o Thanos CHORA!...

Eu falei que a história não é focada no Thanos (embora essa resenha seja Thanos isso, Thanos aquilo...), mas nesse começo da saga a história é totalmente voltada no gigante roxo. Tanto que acompanha somente seu ponto de vista e é narrada pelo próprio. Porém mais para frente as personagens serão tantas que você vai até se perder. Emborao Thanos vai fazer algumas coisas que é difícil perder o centro das atenções... Até a próxima!



Toma Rumo Guri!!

ps. Se você quer ver a tal cena de fraqueza do titã... Clique em ver mais... =Pp


Marvel divulga a sinopse oficial de Avengers 2


Nada é tão novo graças ao burburinho da internet. Sempre há nesse mundo digital uma galera pra fuçar, instigar, descobrir ou até mesmo inventar. Fato é que o argumento de Avengers 2 é já familiar da moçadinha. Mesmo assim a Marvel lançou a sinopse oficial do filme e ajuda as tias gordas donas de blogs nerds da web a fechar pelo menos uma coluna da sua cartelinha de bingo de apostas. Se liga aí como a Casa das Idéias anuncia a sua matinê:


Marvel Studios presents Avengers: Age of Ultron, the epic follow-up to the biggest Super Hero movie of all time. When Tony Stark tries to jumpstart a dormant peacekeeping program, things go awry and Earth’s Mightiest Heroes, including Iron Man, Captain America, Thor, The Incredible Hulk, Black Widow and Hawkeye, are put to the ultimate test as the fate of the planet hangs in the balance. As the villainous Ultron emerges, it is up to The Avengers to stop him from enacting his terrible plans, and soon uneasy alliances and unexpected action pave the way for an epic and unique global adventure.Marvel’s Avengers: Age of Ultron stars Robert Downey Jr., who returns as Iron Man, along with Chris Evans as Captain America, Chris Hemsworth as Thor and Mark Ruffalo as The Hulk. Together with Scarlett Johansson as Black Widow and Jeremy Renner as Hawkeye, and with the additional support of Samuel L. Jackson as Nick Fury and Cobie Smulders as Agent Maria Hill, the team must reassemble to defeat James Spader as Ultron, a terrifying technological villain hell – bent on human extinction. Along the way, they confront two mysterious and powerful newcomers, Wanda Maximoff, played by Elizabeth Olsen, and Pietro Maximoff, played by Aaron Taylor-Johnson, and meet an old friend in a new form when Paul Bettany becomes Vision.

O estúdio dá então o aval de que será sim o Tony "fodão" Stark que irá criar a máquina de destruição chamada Ultron. O sintozóide será uma tentativa de pacificação mundial que não dará certo e se virará contra seu criador. Também dá a deixa que os Vingadores serão postos à prova, provavelmente assim como no primeiro filme sairam como heróis e esperança para o povo talvem passem a serem vistos como ameaça e isso poderia invocar para a terceira fase da Marvel uma batelada na tecla de registro de heróis. E aí, você já sabe meu amigo, huhu.
Outra coisa interessante é a menção do reencontro com um velho amigo em uma nova forma. Sim, o Jarvis ganhando corpo na pele do robô mais querido da Marvel (pelo menos pra Wanda). Isso descartaria boatos de que o Visão seria uma das crias da própria IA do Ultron? Ou talvez a máquina mortífera apenas dê um corpo para o mordomo de Stark. Perguntas, meus amigos, perguntas. Ah, também menciona que Wanda e Pietro serão inicialmente inimigos e com um passado misterioso. Já sabíamos que não poderiam ser mutantes, mas será que o estúdio vai fugir do assunto? 
Enfim, não to nem aí pros 2 já que a Feiticeira Escarlate não é mais peitudona, haha. Guardem suas notinhas para 2015, o filme vai ser no mínimo melhor que Cavaleiros do Zodíaco 3D digno do valor do IMAX.

Toma Rumo Guri!!




TRG Reviews: As Tartarugas Ninja


As Tartarugas Ninja X As Tartarugas Ninjas
Antes de mais nada: Por que o nome é Tartarugas Ninja? Sim, o Ninja no singular. Não sou especialista na norma culta da língua, mas creio que o correto seria mesmo Tartarugas Ninjas, no plural ambas as palavras concordando direitinho e bonitinho. Porém há quem diga que a palavra ninja (忍者) não flexiona em número no Japão (não tem o plural, isso é verdade). Há também quem diga que elas praticam a arte de ser ninja. Porém nas traduções para o português a expressão tem que se adequar ao (veja vocês) PORTUGUÊS! Também não cola muito essa história de praticar porque nunca ouvi falarem, por exemplo, os homens corredor. Enfim, não quero cagar regra, mas não faço ideia do por que fizeram essa tradução. Agora a resenha:

Essas tartarugas tem levado a sério a malhação... Te cuida com o antidoping, Raphael...
Os quelônios mais amados da cultura-pop (sem medo de errar, não consigo lembrar de nenhuma outra tartaruga com tanta expressão) voltaram para a tela grande para mais pizza, artes-marciais e non-sense e, com certeza, nos fazer rir pra caramba. Primeiro é necessário avisar que o filme já está há algum tempo em cartaz portanto vá ver antes que tenha que alugar o DVD. Sério, é uma experiência que vale a pena. Por que eu demorei tanto para ver? Bem... Deixe-me contar uma história:

Vai dizer que não era o máximo esse grupo? =)
Minha infância e adolescência foi cercada por referências da cultura pop, porém uma das franquias que mais me acompanhou foi a desse quarteto de répteis com nomes de artistas renascentistas. Lembro de minha mãe me levando ainda infante para assistir o Segredo do Ooze (segundo filme das tartarugas que você pode ver AQUI) em um cinema que ficava, se não me engano, na Av. Padre Chagas. Cara, minha cabeça explodiu. Como eles faziam aquelas tartarugas humanoides tão perfeitas (sim, para a época, embora ainda hoje acredite que seja assim) e reais. Para uma criança qualquer coisa que levasse a alcunha de ninja era mágico, imagina quando eram quatro répteis humanizados que amavam comida italiana treinados por um rato simpático e amigos de uma jornalista gostosa que lutavam contra uma gangue liderado por um cara de armadura. E eram adolescentes. Sim, era tudo o que dava pra tentar imaginar, rs.
Santa Tartaruga!

Além disso havia o desenho que passava nas manhãs da Globo (que também era "ducaramba") e os games (ah, os games!).
Dava pra jogar de 4. =Pp

Com exceção do TMNT 1 do nes (nintendinho) que era muito ruim todos os outros jogos arrebentavam. O 3 com cenas na praia, o do Snes com um chip bem utilizado para poder jogar um inimigo na tela e, claro, a versão do fliperama que permitia (junto com um dos Simpson que guardo na memória) poder jogar com mais três amigos simultaneamente.
Doni deve ter miopia. Não sabia que era possível em répteis.

Acredito que o segredo (não do Ooze, mas dos personagens) do sucesso além de tudo isso já citado era a diversidade de personalidades. Sim, nos quadrinhos que deram vida a obra todos usavam a mesma cor de faixa e não eram bem diferenciadas, mas quando elas ganharam a mídia elas não só vieram com as já famosas máscaras roxa, azul, laranja e vermelha como ganharam personalidades bem delineadas e um humor gostoso o suficiente para marcar sua infância.
Se tamanho é documento, Donatello é o mais bem servido, huhu...

Por serem 4 irmãos com gostos e personalidades diferentes não era raro que cada criança se identificasse com uma nas suas brincadeiras. A maioria gostava do Mike (Michelangelo) por ele ser o engraçadão beirando a idiotice, mas tinha os que gostavam do lado sério de Raphael, os que curtiam a liderança do Leonardo. Alguns iam pelas armas e nesse quesito tenho pena do Rafa, huhu. Meu irmão tinha no Léo sua favorita, mas nunca descobri se foi por ele ser xará dele ou algum motivo mais profundo que isso. Eu não sei o porquê, mas minha Tartaruga Ninja preferida sempre foi (e sempre será) o Donatello. Claro que eu poderia dizer que é por causa de sua sapiência (embora sejam tartarugas e não sapos =Pp), mas eu era criança, não sei se já era esse gênio que sou hoje (huhu =Pp).
Okay. Já dei um background para vocês entenderem a importância do quarteto para a geração dos anos 80 e 90. Mesmo com o péssimo filme número 3 (no japão feudal com viagem no tempo) a gurizada realmente era apaixonada por eles. Eu tinha muito medo que eles cagassem o filme novo e por muito tempo não se falasse mais nesses animais mestres do ninjitsu, mas (felizmente) não foi assim. O filme é bom. Muito bom!
Bate-papo no esgoto.

É difícil emplacar filmes/desenhos/games que marcaram época em versão repaginada. Nos trailers eu me assustei com o semblante que Michael Bay deu para as ninjas tartarugas. E não é só por causa do bico de quelônios que não estava mais lá, mas porque elas usavam um macacão de bambu e (nos trailers) faziam piadas horríveis. Era no nível do filme do Homem-Aranha, sabe qual é? Pois então. Megan Fox também me agoniava. E ainda tinha todo um boato que elas seriam alienigenas e não mais mutações. Caraca, vê se não é motivo para tirar o sono de um fanzoide.

Sensualizando com o bloco de notas. Quem nunca? =Pp
Porém pela primeira vez na vida dou os parabéns para o Bay (não gosto dos filmes dele cheio de ação robótica e apatia de personagens) que soube transportar os elementos essenciais de Michelangelo e sua turma para a década atual dando um visual moderno, mas lá no fundo, ainda eram as mesmas humoristas comedoras de pizza treinadas por um rato e... Ah, você já entendeu o ponto.

Acabando com a magia da coisa. O detalhe é que ele tá animado. É a Megan, a gente entende, kkkk.
O filme tem ação na medida certa, com lutas muito bem coreografadas (milagre se tratando do diretor), a Megan Fox (que é muito linda) materializou bem a April e sua determinação e sede de confusão, o Splinter é bem carismático e o cameraman (que pra mim é um motorista de repórteres) completou bem o time. O ponto mais fraco com certeza foi para o Destruidor que está muito caricaturizado, um Power Ranger misturado com o Inspetor Bugiganga. Bay ainda trouxe nele sua visão de Transformers. O personagem em si (um lutador japonês) era respeitoso e quando ele obteve sua armadura tudo ficou ainda melhor. Não fossem pelos apetrechos forçados teria sido um personagem legal. Inclusive a cena final com ele enfrentando o quarteto ninja mais a gostosa é muito grandioso.

Essa cena é hilária. Vai por mim. ;]
O humor é no ponto. Embora esteja em voga o pastelão escrachado no cinema nenhum filme (com exceção de Guardiões) esteve tão bem alicerçado no fazer rir. Inclusive tirou o gosto ruim da boca dos trailers, elas (piadas) dentro do contexto ficaram muito boas. Levei a superguria para assistir, ela que não tinha essa cancha das personagens que eu tenho (fora ser muito exigente para humor), riu às veras em muitas cenas. Muitas mesmo.

Até a dublê da Megan Fox é gostosinha, kkkk. Vai dizer que ela não podia ser a April também?
Falando nas personagens, elas são muito bem construidas e você realmente fica preocupado mesmo sabendo que não vai acontecer nada aos que levam o nome no título. Mesmo assim você fica roendo as unhas (se for mulher =Pp) e embarca nas cenas recheadas de um som de qualidade e efeitos especiais muito bonitos em cenas que às vezes não tem nenhum humano (tá, tem os atores com aquelas roupas esquisitíssimas, huhu). A cena que o Splinter enfrenta o Destruidor também é muito boa e você torce para ele não morrer. Também preste muita atenção na cena na neve com o close bondoso na bunda da Fox. Para as meninas tem o destaque heróico do Raphael. u.u''

Cena final é foda demais.
Ainda vale uma última observação. Em um momento avançado do filme Mike grita o velho refrão "Cowabunga" e aqui vai um elogio aos dubladores que mantiveram o nosso "Santa Tartaruga" no lugar, visto que a expressão havaiana não é tão célebre por aqui. Talvez o ponto fraco do filme é que a versão dublada não traga as vozes dos antigos filmes e desenhos, mas os novos dubladores mandaram bem também.
Bom, se ainda der tempo corra até uma sessão que esteja passando o filme e se divirta sem medo porque o filme é muito bom. Para velhos fãs e para os novos. Tem muitaaaaas refêrencias implícitas no filme. ;] Tudo na medida certa e bem dosado.

Pra arrebatar o post fiquem aí com uma versão feminina das tartarugas.
Pra tirar tinta do rego depois deve ser difícil. Uma semana defecando verde. =Pp
Que cascos, huh?

Toma Rumo Guri!!

TRG News: Veja como é o uniforme do Visão em Vingadores 2


O preço que o entretenimento paga pelo capitalismo(leia-se aqui sede de dinheiro pelos executivos) é bem alto. Por mais que se façam segredos nas informações chaves de produções hollywoodianas (como os filmes marvéticos – Os da DC não tem muito o que esconder =Pp) elas acabam vindo a tona de um jeito ou de outro. A mascada sempre acaba falando mais alto. Quando um produto é franqueado bilhões de objetos de consumo (que vão de revistas e tazos a bonequinhos no Mac Donalds) e congêneres tem que estar nas lojas na mesma semana para saciar o público ensandecido o que acaba por entregar algumas informações valiosas (Isso quando não é o Stan Lee ou outro linguarudo de LA fazendo o trabalho do Língua de Cobra).

E um dos filmes mais esperados (Escoteiro X Morcegão-Apelão? Nééém) dos próximos anos está ilustrando bem esse fato. Em um material promocional internacional podemos ter o primeiro vislumbre de um dos personagens mais bem guardados da Phase Two da Marvel: O Visão, interpretado por Paul Bettany. Por ser um trabalho que mescla captação de movimentos e/com CG é mais difícil de vazar qualquer informação, porém a própria empresa nos brinda com a versão cinematográfica do androide em um cartaz promocional.  Muito se especulou sobre como iria parecer o novo vingador, visto que sua versão desenhada tem, digamos, cores fortes capaz de deixar Joãozinho 30 corado. O visual ficou mais discreto, mais ainda assim remete ao grandioso personagem. Eu particularmente gostei bastante, embora a capa branca me deixe um pouco incomodado, mais ainda assim tenho ciência de que dificilmente algo diferente ficaria melhor. Creio que vai agradar até mesmo os xiitas. Vamos ver se em algum trailer aparecerá a personagem, assim poderíamos ter uma “visão” (sacou? Hã? Hein?) mais clara da coisa. E se a criatura robótica tiver o carisma de sua versão cartunesca ninguém ficará reparando muito no modelito, não os homens pelo menos, huhu.

Visão está em primeiro plano junto com os heróis de primeiro escalão do primeiro filme (aparece o bucha do Gavião, eu sei) em frente à ex-torre do Stark já transformada no QG dos Avengers.
A princípio o que especula-se é que (Hey, se você não quer estragar as possíveis surpresas do filme não leia a partir DAQUI) a origem de Visão seria muito parecida com a de Ultron, ou seja, uma inteligência artificial projetada pela mente doentiamente genial de Tony Stark. Aí as suposições são várias, eu particularmente apostaria em uma das duas: Ou 1. Visão e Ultron são o mesmo software (Jarvis) em momentos diferentes (o primeiro com algum tipo de vírus e o segundo já recuperado que faz questão de impedir seu irmão de microcircuítos a dominar o mundo ou 2. Ultron é um dos trajes com IA avançada de Stark e o Visão é o Jarvis ganhando corpo para brigar. A origem na película tira um pouco o sentido de chamá-lo de androide, mas vamos ver... Seja como for mal posso esperar para ver como vão desenvolver tantos personagens (com os novos Mercúrio e Feiticeira Escarlate) e armar a trama do vilão em um filme só. Resta esperar até 2015.

Lembro de uma vez que apresentei o universo Marvel (em gibis)mais a fundo para a superguria e um dos personagens que ela mais gostou foi o Visão (Tanto que quando lançaram o Avengers 1 foi a primeira pergunta dela – “Cadê o Visão?”, huhu). Também estou curioso para ver como, e se vão, abordar o romance da Feiticeira com uma máquina. Bem, se colou para o Kuririn, por que não para a gatinha da Wanda? Todo modo é um excelente personagem e estou realmente ansioso.


E você o que achou do Visão? Comenta aí. 

Toma Rumo Guri!!

TRG Reviews: Lucy



Lucy é um filme que fala sobre drogas. Muitas drogas. Drogas pesadíssimas consumidas em grande escala pelos roteiristas, produtores e qualquer pessoa envolvida nesse projeto. É algo tão avassalador que sobra até para a coitada da Scarlet gostosinha Johansson que não merecia estar envolvida nisso. Só para vocês terem uma ideia a cada bloco de desenvolvimento do filme eu soltava a seguinte interjeição: “É muita maconha!”. Tentarei explicar e fazer a análise mais justa que conseguir: Foi o pior filme de toda a minha vida. Sério.

Antes um contexto: Não esperava nada do filme, tinha que matar tempo para buscar a superguria na faculdade em Sapucaia então fui até São Leopoldo (cidade metropolitana, mas distante) e não pensei duas vezes em que ia me divertir um bocadinho com a Scarlet. Infelizmente a película era dublada e isso agravou o massacre dos meus sentidos, mas creiam que de todo o conjunto da obra a dubladora com voz de velha reumática (sem querer ofender o trabalho, apenas não combinou com a jovem loira) foi o pior de meus problemas. Comprei um pacote de pipocas e uma Coca-Cola e me sentei bem no meio do cinema, um pouco a frente. Era o primeiro de uma galerinha que começava a se apinhar atrás de mim (ui!).  E aí, bem, foi desgraça atrás de desgraça.

O filme começa com a personagem que dá nome ao filme, Lucy, sendo pressionada por um grupo de tráfico a dar informações sobre um namorado que teve e é usada como cobaia em uma cena onde a tadinha fazia caras e bocas de quem sofria muito (Scarlet tem cara de que a pior dor que teve na vida foi uma unha quebrada...)0 em todo um cenário non-sense onde homens se escondiam atrás de escudos blindados obrigando a moçoila a abrir um pacote que poderia ser uma bomba ou poderia ser outra coisa. E era. Uma droga muito poderosa em forma de pó e na cor anil. Um paralelo com uma palestra da personagem do Morgan Freeman (um cientista) começa a intercalar com as cenas sôfregas da nossa Viuva Negra começam a aparecer e o homem que já apresentou ótimos programas científicos como Wormhole vê-se obrigado a falar bobagem em cima de mais bobagem sem nenhum respeito pela biologia, física ou matemática. A velha mentira dos 10% de limite de uso da mente vem como uma verdade absoluta. A palestra se estende demoradamente entrecortando com cenas nas quais Lucy é uma das cobaias (mulas de drogas) para atravessar a tal substância que daria um barato aos jovens europeus. Lucy acorda de lingerie e um corte na barriga ao que lhe é explicado  que um dos pacotes de droga foi lhe introduzido para poder transportar dentro de si a encomenda por algum aeroporto. O problema é que durante uma tentativa de abuso Lucy leva uma bicuda no estomago e a droga rompe o pacote misturando-se ao sistema orgânico da mulher. E inexplicavelmente a tal droga (uma versão sintética de uma substância presente na gravidez, e que segundo a personagem de Freeman é uma bomba atômica para o bebê) lhe concede a perfeição humana.
É muita maconha.

Os momentos iniciais da droga espalhando-se pelo corpo de Lucy é um espetáculo a parte. Além de efeitos especiais mostrando que as células estavam se agitando no interior dela como feixes de luz desconexos a atriz teve o ridículo trabalho de interpretar uma moça indo de um lado para outro, jogando-se, estrebuchando, ficando presa ao teto, depois ao solo como se seu organismo interno deteriorasse a gravidade ou ainda que as partículas que se moviam dentro de seu corpo lhe jogassem para lá e para cá ao invés de que (faria mais sentido) furassem seu tecido epidérmico. Mas ok. Passou. Foi o único aprendizado de uma mutação gigante que lhe aconteceria. Todo o resto passaria batido e sem dificuldade alguma (Nesse sentido o jogo Prototype dá de 10 a 0). Lucy ganha poderes extraordinários, mas em troca perde emoções, sensibilidade e fraquezas. Perde a noção também. Pois liga para sua mãe e começa a falar coisas desconexas como se estivesse fazendo uma declaração de amor. No máximo aquela cena serve como alerta para o que as drogas podem fazer com um indivíduo. Ela diz que lembra do gosto do bico dos seios e leitinho de sua progenitora, huhu. É muito bizarro.
É muita maconha.

O filme ainda conta com um policial que até agora não entendi muito bem o que ele deveria ser ou fazer na película. E não bastando a podridão do argumento desse filme acontece a cena de beijo mais desnecessária, vazia e dispensável já vista em Hollywood.  Lucy passa por um processo gradual aumentando percentualmente a capacidade de sua mente. Quando ela chega ali pelos 40% já consegue controlar ondas magnéticas, subjugar vontade de pessoas, dirigir com a mente, dar zoom digital no vidro do carro e até mesmo consegue, e isso é muitooooooo bizarro, tocar na cabeça das pessoas e ver o que elas estão pensando ou que memórias guardam nas sinapses mentais.
É muita maconha.

Eu me contorcia na poltrona. Não tinha uma cena que prestava mesmo depois de uma sucessão delas passando no decair dos minutos perto do fim. Só o que sentia era pena e graça. Mas a graça vinha da pena. Se fosse uma comédia até pode ser que passasse de boa, mas o filme tenta passar a maior sobriedade do mundo. Lucy em muitas cenas filosofa como se estivesse em um bar. Um dos pontos altos é a teoria da unidade fundamental que é o tempo. Se você tiver a infelicidade de assistir essa bosta (sim, estou julgando) preste muita atenção nesse diálogo. Roteirista cheirou um cogumelo selvagem.
É muita maconha.

Lucy consegue entrar em um hospital lotado com uma arma na mão e ninguém nem repara. Chega na sala de cirurgia sem ninguém perguntar quem ela era ou o porquê de estar ali. O médico quando vê ela quase oferece uma cadeira. As cenas no avião são uma zoação total. Parece mais um teste de efeitos especiais do que um filme propriamente dito. Se dissessem que aquilo tudo era um teste de CG eu levava na esportiva. Talvez.
É muita maconha.

As interpretações são fracas. Mesmo Freeman que não parece muito a vontade (talvez não tenha lido bem suas falas quando aceitou o papel)  e a própria Scarlet que está péssima embora pode ser que tenha a ver o fato de que sua personagem tenha perdido a sensibilidade. Tem que ser isso. TEM QUE SER.
No final (é um pouco de spoiler sim, mas você não vai querer ver esse filme, vai por mim) Lucy chega aos 100% de sua capacidade mental e viaja no espaço e no tempo visitando em sua cadeira executiva os dinossauros e até mesmo os macacos primitivos a quem ela troca um dedo no dedo, huhu. Depois da perfeição alcançada ela se transforma numa geleca preta e desaparece deixando um pen-drive fabricado de suas tripas que seria uma base de conhecimento infinito. Tudo isso por uma droga forte misturada ao seu corpo.
É muita maconha.

Eu entendo que filmes tem que ter um escape da realidade, ainda mais no que intencionava essa trama. Porém eles foram em um nível que é difícil até mesmo para uma criança entender como seria possível aquilo. E olha que quem está falando isso é alguém que acha plausível um guaxinim e uma árvore passearem pelo espaço em uma bonita amizade. Sério mesmo, Lucy se equivoca de uma maneira que você com qualquer base de conhecimento que tiver sai do cinema dando risada da estupidez humana. A moral da história é que não tente parecer inteligente quando você não é. Só vai parecer mais idiota.


Quando o filme terminou, sem brincadeira, eu e um cara que estava com mais duas pessoas exclamamos em uma mesma voz: “Que bosta”. Enfim, fujam desse filme. Nem tentem. É o pior filme que já vi. Repito. Nem as cenas de peitinhos balançando ajudam. Na verdade nem se Scarlet Johansson aparecesse nua e brincando de helicóptero com as pernas salvaria essa desgraça. É triste. É Lucy.

Toma Rumo Guri!!

TRG News: Fofocas de Guardiões da Galaxia 2 e a cena de Stan Lee recusada pela Disney



O diretor de Guardiões da Galaxia, James Gunn, que depois do filme (e principalmente de sua arrecadação astronômica) deve estar se sentindo o Pica das galáxias (Olha que personagem legal daria) está todo serelepe com os holofotes do mundo inteiro apontado para seu esquisito rosto e está divulgando informações importantes (outras nem tanto) a respeito do futuro (e do passado recente) dos heróis sobre sua guarda e de quebra acaba deixando mais vestígios de como se monta algumas peças do intrincado mundo cinematográfico da Marvel.



Ele destaca que Peter Quill será por algum tempo o único humano que teremos notícias na saga estrelar da Marvel. Ou seja, podem esquecer muitos crossovers no segundo filme dos Guardiões. Podem esquecer Carol Danvers. (snif!).

 Também levantou a bola sobre novos personagens para a segunda película. Na Dragon-Con ele falou que pretende aumentar (em número e importância) os personagens femininos na trama, porém despistou não citando nome algum. Ou seja, pra que mencionar isso se não vai dar nome aos bois? Bem um nome que acredito que seja certo para a sequência é a Serpente da Lua e será interessante ver se manterão sua origem original (trava-língua?) ou se desvíncularão ela do poderoso (e sem habilidades para conotações) Drax. Quem sabe até um filho que não se foi? Bom, é tudo especulação.

O que temos de real nisso tudo é que Gunn revelou qual era a ideia original para a participação especial de Stan Lee para o seu filme. Após meses de especulação sobre sua aparição ou não (visto que o grupo não é criação sua) apenas confirmada pouco tempo antes da estréia o diretor que também escreveu a película tinha uma homenagem em mente ao suprassumo quando o assunto é referência quadrinista: Colocar o velho batuta em uma das "jaulas" do Colecionador fazendo contato com a única de suas criações do grupo: Groot. O desde sempre com cara de velho iria encarar por algum tempo a árvore e fazer um sinal feio.

 Porém a Disney apertou o olho do camondongo moral da empresa e disse NÃO. É feio - Gritou o Pateta lá da mesa executiva. Lembrando que a própria Disney deixou passar o mesmo sinal na memoravel cena da prisão de Star-Lord e seus amigos. Há quem diga que foi porque o tio Lee não é um personagem de ficção, mas talvez seja só a antiga mania da empresa de censurar a arte em prol dos bons costumes. Antigas manias não somem ao todo, não acham?

Sinceramente? Acho que no fim das contas foi melhor assim. Afinal seria feio alguém mandar um "vai se foder" para sua própria criatura, haha.

Post em homenagem ao meu amigão Richard Christian.

Toma Rumo Guri!!



TRG na 4ª Comic-Con RS - Pedro Leite SEM CORTE


E aí, gurizada. Tenho conseguido manter a meta de um post por dia. Algumas vezes até mais do que isso, huhu. Inclusive domingo falo com vocês sobre algumas coisas no nosso editorial Papo Nerd. Bom, mas hoje é dia de mais videocast. Conversamos (bem rapidinho, mas conversamos) com o Pedro Leite que nos falou um pouquinho de seu trabalho e de como é sua vida de quadrinista de internet. Taí a versão completinha do papo.



Parando para pensar teria muita coisa para perguntar para ele. Porém, além de ele estar um pouco ocupado vendendo seus badalaques também tem o fato que geralmente eu não faço uma pesquisa mais apurada e me preparo para determinadas pessoas. Vou começar a montar pauta, porque por mais que a espontaneidade seja um dos traços de minhas entrevistas sinto que poderia trazer curiosidades mais apuradas. Sei lá, vamos trabalhando nisso. Espero que gostem.

Toma Rumo Guri!!