Ordinááááááááááááááária - É o Tchan Acústico


O que a publicidade transforma não está no gibi. Desde propagandas de garotas seminuas para vender serrotes até... É o Tchan representando saquê. Bem, tem seu sentido se pensar que eles começaram no ramo do bacalhau. Ainda mais quando as meninas do grupo ficavam suadas de tanto balançar a bundinha. Mas enfim...

Fato é que todo mundo já pegou no compasso em uma festinha de garagem tentando passar o rodo no "Agora Pare..." enquanto a tia Lurdinha gritava com sua sobrinha porque ela não estava descendo na boquinha da garrafa direito. Pois é, o É o Tchan é patrimônio cultural. Brasil-sil-sil-siiiiil.


Ah, sim, o vídeo em questão é algo bem relax, uma bossa para os ouvidos suaves, bem melhor que a bosta habitual.



Mas vocês notaram que eles ficaram galãs demais? Isso não está certo. É a mesma coisa que colocar dente no vocalista do Molejão. Não bate com a origem raiz. Lembra dela? Não? Pois o TRG te ajuda a lembrar...

 
Só tenho uma coisa para dizer: Ordinááááááááária!

TOMA RUMO GURI!!

Bônus:



Redação da Ufrgs (minha)

Vocês conhecem àquela do papagaio? Por décadas era assim que as anedotas nasciam. Despidas de qualquer senso crítico e despreocupadas por sua essência em trazer algum tipo de reflexão incutida em suas carcaças percorriam salões, bares, clubes e até mesmo recônditos inocentes e pueris como escolas trazendo o efeito inequívoco de fazer rir. Hoje não, o simples ato de contrair o estômago alheio apenas com palavras e gracejos não parece mais satisfazer os cômicos de nossa geração. É preciso causar.
Enxergo da seguinte maneira: O humor existe para nos esconder das agruras cotidianas, ele serve para nos propiciar uma fuga do estresse e para desanuviar nosso mal-humor oriundo de fábrica nessa maternidade de loucos que é a cidade grande. Um homem vestido de mulher jogando uma torta de morango na face de seu chefe é algo totalmente estupido, mas é uma ação que vai mexer com nossa sensibilidade e contradizer nossas regras internas de algo normal – Não se arremessa comida em patrões – nos induzindo a rir do absurdo, aliviando as tensões; ainda distraindo nossa mente sempre entulhada. Se houver uma ou outra lição de vida, tanto melhor. Porém é necessário salientar que a ferramenta do humorista é o humor. Como não somos animais rasos temos inúmeras aptidões e maneiras de pensar e por isso é até aceitável que temperemos nossas atividades com um toque disso ou daquilo, mas não é correto deixar o pote de condimento pessoal vazar; pode acabar ficando intragável. O papel do legislador, por exemplo, é fazer leis. Que confusão teríamos se ele resolvesse escrever sonetos em tempo integral. “Cada macaco no seu galho”, como dizem por aí. Preciso que me façam rir. Mais que isso, quero gargalhar. Moral eu aprendo em casa, pode deixar.
A comédia brasileira tem outro problema para se preocupar: O politicamente correto. Os humoristas estão sendo cercados pela sociedade que não sabe mais brincar. Besteira! Palavras ganham valor para quem as animam, se deixarmos ela apenas no campo do jocoso desaparecerão como brisa. Palavras fazem guerras, lembrem bem disso.
Então fica a lição aprendida: Piadistas façam rir, políticos leis, famílias ensinem e a sociedade, por favor, a não se levar tão a sério. Invoco um político que se atrapalhou em seu papel: “Relaxa e goza”. Viu como é fácil se perder? Agora me deixe terminar àquela do periquito...


Essa foi minha redação na UFRGS em 2013, sobre o tema "O papel e os limites do humor na sociedade". Transcrevi o rascunho, espero que tire uma boa nota. Depois eu conto.

Pai realiza o sonho e garoto vai parar em Dragonball Z


Rasdael. Sabe quem é? Pois é, eu também não. É um garoto de 9 anos que tem um pai muito nerd que resolveu dar de presente para seu rebento uma animação onde Goku e Bulma (em desenho e voz, visto que o chapa conseguiu que os dubladores oficiais brasileiros dessem vida a homenagem) dão um toque que a família do moleque é tudo de bom. E como se não fosse o bastante, ele e o pai foram transportados para o mundo Z em uma abertura "daora a vida loka mano". Se para uns marmanjos como "nozes"  já dá um nó na garganta, imagina para um garoto de 9 anos onde a fantasia ainda vigora? Ah, chega de papo e aperta o play.



Parabéns para o garoto e para o Robson que zerou a vida. Pelo menos para seu filho, que no caso, é quem importa.

TOMA RUMO GURI!!

Como era PRECIOSO nosso podcast II - A Desolação de Smaug


Fala aí nerds que escondem o anel. Estamos de volta com nosso PRECIOSO podcast. O Pankeka Cast de hoje é sobre o grandiosíssimo (em polêmicas pelo menos) filme A Desolação de Smaug. Vamos analisar se Kate deveria ter saido da Ilha, se Legolas é baitola, se o o Peter Jackson meteu os pés pelas mãos e sobre o Troféu Imprensa dos anões. Um podcast cheio de spoilers e risadas. Espero que gostem. Ah, reutilizei o painel antigo porque deu trabalho para editar a tempo de sair no dia de natal. Então não encham, haha. Feliz natal para todos e aguardem a Revista do TRG. São 6 anos de site, 6 anos de um trabalho que me diverte até hoje.



Ou baixe para ouvir no busão: AQUI.

Participantes: Saul, Marcela, Karol, Renan e Smaug (Não me xinguem).

O ministério da saúde adverte: Esse podcast não é recomendado para menores, pois o Renan fala cu muitas vezes. Aliás, conhece o HQFan?

TOMA RUMO GURI!!

Trailer do Godzilla


O rei dos monstros está de volta!

Godzilla, ou Gojira para os íntimos, está voltando para as telonas novamente. Prometendo trazer mais destruição do que nunca. Será? A Warner divulgou o primeiro trailer legendado da obra. Com atuações de Aaron Taylor-Johnson ("Kick Ass – Quebrando Tudo"), o indicado ao Oscar Ken Watanabe ("A Origem"), Elizabeth Olsen ("Martha Marcy May Marlene"), a também oscarizada Juliette Binoche ("O Paciente Inglês", "Cosmópolis"), Sally Hawkins ("Blue Jasmine"), e o nominado David Strathairn ("Boa Noite e Boa Sorte") e Bryan Cranston ("Argo", série de TV "Breaking Bad"). O trailer não mostra muita coisa e é difícil saber se veremos o lagarto gigante colocando para quebrar ou se será só mais um filme ruim (eufemismo) que nem o Mathew Broderick salva.



TOMA RUMO GURI

Cabine de Imprensa - Hobbit, A Desolação de Smaug



Convido-lhes, caros leitores, a mais uma vez viajarmos pelas belíssimas paisagens da Terra-Média. Ignoremos por alguns minutos – enquanto lemos essa resenha ao menos – que a locação do set foi a Nova Zelândia e embarquemos nesse mundo proposto por Peter Jackson, embasado na obra incontestável de Tolkien, para analisarmos o filme como um todo e tecermos os comentários pertinentes a respeito de O Hobbit – A Desolação de Smaug. Para o quesito de facilidade de nomenclatura chamaremos o filme pela sigla de HDS, okay?Pode ler que não haverá spoilers sobre a obra nesse review, sendo que posteriormente lançaremos uma análise sobre o caminho tomado pela obra. Caso veja que não há opção de não falar de algo que possa comprometer em algum nível alguma surpresa você será avisado, então leia tranquilo. Claro, que se você não quiser saber NADA antes do filme, bem, então pra quê ler uma análise? Bora lá?
 Para inicio de conversa há uma pausa na campanha empreendida pelos anões. Na primeira parte da trilogia de O Hobbit havíamos sido deixados após a perseguição dos Orcs e Wargs. O final do primeiro filme estava galgando um grau de ação sequencial e ascendente que imaginávamos se o novo filme começaria no mesmo nível. Não.  Somos levados em um flashback para Bri, aquele lugar onde não é fácil fazer amigos, onde Thorin Escudo-de-Carvalho conheceu Gandalf e esse lhe explica e lhe incumbe a missão que culminaria naquela belíssima sequência de jantar/ reunião dos Dwarfs na casa de Bilbo. Na taberna somos colocados a par de muitas coisas que não sabíamos no primeiro filme, inclusive o motivo que encadeou a decisão do líder de seu povo a voltar a Erebor e uma parte confusa sobre Thrain.
O HDS é um filme primorosamente bem cuidado no quesito de cenografia e figurinos nos teleportando sem muito esforço para a terra fervilhada da mente de Tolkien. Mesmo sendo uma parte da saga onde partes bonitas como o Condado ou a Toca das Águias não sejam mais recorrentes, muitos cenários continuam de prender o fôlego. Lugares novos como as terras dos homens foram bem retratadas, embora seja muito forte o lado político urbano que Jackson explicitou nela. Porém isso é algo que realmente é pincelado no livro, só que quando ganhou um quadro visual pareceu algo mais pungente. Há muitos mendigos, as casas são aglomerados sobre tablados sobre a água e há muitos comentários que lembram muito países subdesenvolvidos. Deu um tom real pra coisa toda. O único cenário que eu particularmente não achei condizente com o restante foi a Floresta das Trevas. Tanto que quando Bilbo espia por sobre as árvores e vemos aquelas imagens acachapadas pelo sol dá um alivio muito grande. Talvez fosse essa a ideia do diretor, de criar algo abafadamente psicológico, mas não agradou muito não. Nem mesmo o grandioso refúgio élfico me agradou. Parecia tão longe do orgulho do povo de orelhas pontudas.
 Quanto ao enredo temos um filme que na visão macro é fidedigna e nos detalhes deixa um pouco a desejar. Muitos atores acabam por novamente diluir o aprofundamento nos carismáticos personagens principais e o foco acaba pairando mais do que devia no par romântico que faria até Sauron - que tudo vê – fechar os olhos um pouco. Tanto que os personagens principais parecem ser Bilbo, Gandalf e o casal. Mesmo assim alguns anões que na película anterior passaram batidos nessa edição tiveram uma personalidade melhor trabalhada, mas algo que apenas o diferenciava dos demais. Mais ou menos assim: O Bombur é gordo e preguiçoso, mas no máximo uma cena reforça isso e partimos pra outro. Espero que no terceiro isso se resolva. Caso contrário a maioria das pessoas só lembrará de Thorin, Balin (que estava muito carismático novamente, anão com cara de anão, sabe como é?) e os irmãos modelos. Ficou um pouco estranho. Mas já voltaremos a isso.  O filme me pareceu um pouco mais longo do que poderia sustentar uma diversão sem olhar para o relógio.  Isso se deve muito a falta de cenas épicas e musicais que permearam o primeiro filme. Muita pressão sobre Peter Jackson  – Por mais que os filmes tenham sido gravados juntos em 2011 muito material foi adicionado nas partes dos elfos – interferiram para que se desse um apelo mais formal para a franquia com menos cenas de alívio cômico. 

 O engraçado é que justamente o que foi deixado de lado do primeiro para o segundo filme são as partes que mais deram certo. Peter Jackson havia declarado que HDS seria mais sério e com menos apelo cômico, só que o filme tem suas partes mais brilhantes em raríssimas cenas onde justamente prevalece o bom senso de humor. A parte dos barris ao meu ver, excluindo as cenas com o dragão, é a sequência mais legal e memorável do filme. Participam dela os anões, orcs e elfos, com a participação milionária de Legolas. Acho que para o filme emplacar como sucesso absoluto – nada nunca é, mas... – ele deveria ter explorado novamente as belas canções dos anões, não há uma música memorável que seja, torná-lo mais épico, a falta de cenas assim comprometeu em muito o saldo final já que em boa parte do filme ele fica temperando os telespectadores em banho Maria (tanto que já citei, mas reforço que a parte dos barris e de Smaug são as únicas partes que contém esses elementos fortes) e ter esquecido as ideias revolucionárias de roteiro como a do embate final entre os anões e Smaug. Não digo que a película devesse ser igualzinha ao livro (isso é coisa de nerd chato), mas algumas cenas modificaram a essência dos personagens. Aliás a crítica do primeiro  filme onde personagens como Bilbo e os anões ganham cenas de heroísmo onde na essência deles havia só sucessos aleatoriamente confusos e atrapalhados continua. Lembram quando o hobbit no primeiro filme rouba o triunfo que originalmente era de Gandalf? Bom, nessa edição foi extrapolado na conta dos anões. Porém o filme conta daquele jeito único de Peter Jackson de contar histórias da Terra-Média. E atualmente ninguém melhor que ele para contar histórias de lá. Tanto que ele cisma em fazer apostas altas como o retorno do elfo mais amado da trilogia cinematográfica original.
 Aliás, Legolas era uma preocupação. Todos estavam com medo de ser apenas um personagem caça-audiência (e claro que foi, mas a questão não é essa) tanto que até o Orlando Bloom explicou que pensou muito sobre sua participação deixando claro que PJ o convenceu de que seria dada uma explicação razoável e de fato sua participação no geral não estraga a jornada, com a única exceção (esse filme é feito de muitas delas) do triangulo amoroso. Deixemos isso para depois, ainda estamos falando das coisas boas. O elfo trouxe um algo a mais pro filme, embora desnecessário, o chamado encher linguiça, mas a referência a Gimli é algo genial. Vale pelo link para a trilogia da Sociedade do Anel. As cenas de embate dele são bem sincronizadas, o que não era de esperar por menos já que essa é uma das marcas do personagem, além do estereótipo montado nos filmes. E não foram apenas dois minutos como todos disseram não. Pode contar com pelo menos dez minutos de cabelos loiros esvoaçando pelo grande ecrã. Foi a participação discreta e necessária que um personagem inexistente na trama deveria ter. Já a Kate... Enfim, depois...
 Bilbo, Martin Freeman, continua sendo caricato, mas dessa vez com uma encenação mais discreta. O humor do único hobbit  em cena destoa do pastelão dos anões. . E isso é perfeito. Creio que por mais que os três filmes tenham sido gravado em uma tacada só o ator está bem mais solto e convence muito bem na pele do pequeno ser do Condado.  Não tem jeito, é nítido o humor inglês em suas caras e bocas. Você certamente rirá com a cena de Bilbo e Smaug na pilha infinita de moedas. Lembre-se dessa análise e volte para comentar se for verdade.
 Aliás, falando na mais terrível das desolações, Smaug rouba a cena. Desde o primeiro filme era o que todo mundo queria ver e com certeza é o monstro de CG que ganha o destaque do filme. Tanto que é feito uma enrolação desnecessária com o personagem.Mesmo assim é muito divertido. Mas sente e aguarde porque você vai amargar uma poltrona até ele dar as caras lá no final. Mas vale a pena, acredite.
Os anões estão muito bem obrigado e a única reclamação mesmo é a falta de vida para alguns anões secundários. Bombur poderia ter sido muito melhor aproveitado. Gandalf tem um papel decisório muito maior sendo que ele descobre algo sobre o Necromante que qualquer um fã poderia supor. Mas sinto-me desafiado a ver aonde os roteiristas irão ir com essa mini-saga paralela. O Bard, Luke Evans fez sua parte e até tem uma presença boa, embora discreta. Os efeitos de CG estão bem melhores que do primeiro, aliás é praticamente isso a definição do 2º filme: Acertos que o tornam melhor que o anterior, mas que carecem de algo que o torne GRANDE como o dragão. Smaug está bem construído com uma modelagem bem orgânica e com a participação brilhante de Benedict Cumberbatch, mas ainda parece-me que os modeladores não sabem bem diferenciar orcs de trolls, ainda mais que um clone do Azog é criado para dar um suspiro a mais para a raça mais baixa da Terra-Média.

Quanto a Evangeline Lilly pode ficar tranquilo, ela contiinuará sendo conhecida por Kate. Muito se temeu quando PJ anunciou que a atriz, aposentada por livre vontade para o show bussiness,  viveria um elfo fêmea e que ela seria um personagem que não estaria no livro. Fato é que ela interpretou bem o que lhe foi apresentado como papel, Tauriel, mas a criação em si é que não funcionou. Certamente sua namorada irá achar legal e vibrará com a Malhação élfica, mas esse plot só rouba cenas que poderiam ser desenvolvidas em personagens reais do livro. Lembro de ter lido uma entrevista que a atriz disse que era importante a personagem em um mundo onde só há homens bravos e heróicos, pois representaria a ala feminina. Ela que se diz fã deveria lembrar de Éowyn. Fora que por mais que sua personagem de fato seja uma guerreira de mão cheia com uma agilidade parecida com a de Legolas é nítido que sua função naquele mundinho não é exatamente essa. É muito mal construído a história toda dela. (meio SPOILER chegando) “Kate” se apaixona do nada pelo anão Kili e até, vejam vocês, acha o anão bonito. Enfim, para não estragar a surpresa fico por aqui nessa análise.
O filme é um colírio para os olhos cansados da mesmice hollywoodiana, mas pela expectativa gerada poderia render bem mais. Espero que em 2014 a terceira parte acerte algumas peças soltas da engrenagem e consiga deslançar em um final que possamos exclamar elogios ao sair do cinema. Será difícil sendo que Smaug não ficará até o fim. Mesmo assim aposto nas canções. Vai ser épico. Tem que ser...

TOMA RUMO GURI!!
aguardem um podcast e uma análise com spoilers.





Escolhida a nova Mulher-Maravilha






Desde que o Batman foi anunciado como parte essencial do filme do azulão muitas notícias vieram de barquinho na cachoeira de lodo hollywoodiana. Pessoas chiaram quando Ben Affleck foi escolhido o novo homem-morcego, muita gente torceu o nariz quando soube que o Bruce Wayne iria vir para dar uma lição de moral no bom escoteiro da DC certamente aparecendo mais que ele (Tudo depreendido de um trecho do "Cavaleiro das Trevas") e agora mais uma vez a Warner, dona da editora tecnicamente falando, cagou regra e mandou para os fãs um belo de: Chupem vadias!



Foi escolhida a mulher que usará o elmo estrelado de Diana: Gal Gadot. A escolha para quem viverá a Mulher-Maravilha Alberto não agradou muita gente. Teve gente gritando por Jaimie Alexander, alguns queriam trazer de volta a Linda Cartner (ô sonho bom *_*) e teve gente que devia comer cocô, pois bradava que fosse a Sandra Bullock, haha. Seja como for, a escolhida é essa tchuchuca heróica aí, ó:



O que acharam?

Bom, é óbvio que ela não tem as características física da mulher do laço da verdade. Falta digamos... Desenvoltura... u.u Isso...


...Tem que virar isso...


Mas agora sério, ainda é cedo para dizer alguma coisa. Existem realmente casos que nos surpreendem como o do último Joker, mas também tem os Lanternas You Know Right Verdes para nos lembrar que a probabilidade é que não fique tão legal quando não vai de encontro com a opinião daqueles que mais sabem sobre os personagens: Seus fãs. Enfim, vamos torcer. Durante o mês e as próximas notícias vamos digerindo isso melhor e fazendo comentários mais precisos. Mas que vai ser um exercício a imaginação, vai... Por que não chamaram essa ó:


Vai dizer? Haha...

TOMA RUMO GURI!!

Ps. O corretor ortográfico tentou corrigir "homem-morcego" por "Homem-Aranha", vai se entender o que quer que ele tenha tentado dizer... =Pp

Pankeka Show #08 - 59ª Feira do Livro de Porto Alegre


Fala aí, gurizada medonha. Está no ar mais um campeão de audiência, haha. u.u

Esse Pankeka Show é inteirinho voltado para a Feira do Livro de Porto Alegre onde vocês verão um pouco de como é passar o dia por lá. Ela já acabou, mas todo ano tem de novo. Conheça nossa peculiar visão desse evento. Sempre na mesma proposta de mostrar o que está rolando por aí e uma ideia na mente e uma camera na mão  enquadrando como dá, huhu. Sou praticamente o Amauri JR. dos eventos de Poa. =Pp 

No penúltimo dia de feira fomos pegos num engodo de oficina que não era uma oficina. Resultado: Um videocast engraçado pra caramba. Totalmente no improviso. Ria com minhas idiotices literárias, mas uma fome sincera pelas letras. E saiba se vale a pena ou não ir em uma feira de livros em área aberta. Como se você não soubesse, né? Show de bola, é o Pankeka Show. Depois de ver... Vá ler um livro!

Pois bem, espero que se divirtam, pois foi bem prazeiroso gravar e editar esse videocast. ;]

 FALADO NESSE VÍDEO:
Nosso Face (TRG)
Nosso Twitter (TRG)
Minha Roupa de Baixo é um Livro (blog da Bezerrinha, nossa colaboradora)
Na Minha Estante (Outro da Bezerra)
Site da Feira da Fruta do Livro
Rubem Penz, escritor
Podcasters do À Beira
Editora 8Inverso

EXTRA: Pena que muita coisa boa não deu pra entrar (UII!!). A menina da Informação depois nos confidenciou altas histórias, só que a câmera estava desligada. Também muitas pessoas conversaram com a gente em off, como o desenhista da praça que deu dicas de desenho realista. Enfim, é por isso que eu gosto desse meu Programa, porque posso conhecer gente legal pra caramba o tempo todo. Valeu. Ou melhor...

TOMA RUMO GURI!!

TRG Reviews - Thor 2


Temei, mortais! Os deuses nórdicos invadem novamente nossas telinhas com o segundo grande filme Marvel da nova fase: Loki 2 - The Dark World. Erm... Na verdade o filme é do Thor. Juro.



Primeiro, antes de entrar na análise em si, temos que desmistificar uma impressão errada sobre o primeiro filme. Thor 1 (na época apenas Thor) não é um filme ruim. Até posso prever gente tapando os olhos, se esticando na poltrona e colocando a mão na barriga a ponto de vomitar. Isso porém é "haterismo" de primeira. Concordo que faltou ação para um filme do deus do trovão com cenas dele girando seu martelo e acertando algumas bundas colossais... Aliás até teve essa cena, mas foi rápida e única. Lembro, e revendo admirei novamente, a cena inicial em que o filho de Odin vai até Jotunheim enfrentar Laufey e seus gigantescos monstros de gelo é a melhor parte da raiz cinematográfica do cara do martelo. Ele gira o Mjölnir, ele arremessa o Mjölnir, ele varre a cara dos inimigos com o Mjölnir... Deu pra entender, né? É o Thor usando seus poderes de uma forma acertada. Ação de primeira. Porém parou aí, no resto do filme a coisa dá uma acalmada. Porém não fica ruim não. Peca pelo excesso de comédia (mesmo assim engraçadas, vai... A maioria pelo menos) e algumas cenas que realmente quebram o clima. Eu ainda reparei os efeitos CG do raio de fogo do Destruidor acertando um lugar e a explosão saindo de outro. Mesmo assim teve cenas do caramelo! O Thor sem poderes entrando na base improvisada em pleno Novo México e derrubando geral como um quaterback de futebol americano é "daora" e a hora que o ex-Donald Blake (haha!) enfrenta de peito aberto o vigilante da sala de armas de Asgard é bem emocionante. Falando em Novo Mexico um monte de gente apontou isso como algo ruim: Um lugar deserto, parecia o Projac alguns disseram ainda. Mas fazia parte da história, nem todo desenrolar de roteiro tem que acontecer em Nova Iorque como aconteceu em Vingadores. E há o argumento favorito dos haters de que Thor e Jane Foster se apaixonaram da noite pro dia e nisso eu até concordava, mas revendo atualmente notei que não foi bem assim. Porra, além de ela ver um cara bonito (O que pra mulher conta muito) foi um cara que ela admirou bastante. Pensa: Misterioso passado, trouxe o caderno de anotações dela (cara não egoísta, podia ter pensado só na sua marreta - Ui!) e a cena que ele explica para ela sobre Yggdrasil clareando sua mente "astrofisicamente" turva  mostra o quanto uma garota poderia se apaixonar. Fora as cenas melosinhas. Enfim, não é tão fora do ar quanto todo mundo gosta de acusar. Particularmente eu só acho chato no filme o Thor ser um garoto mimado em extremo, mas isso mostra que até no erro o roteiro acerta afinal o acerto de um texto é provocar uma reação mesmo que negativa contrapondo a apatia. Também a já citada falta de ação. Enfim, é um baita filme. E lá vem a bomba: Gostei mais do primeiro filme.



Meo Duls, como? Ouvi bem? (Na verdade leu, né). Sim, Thor 2 tem mais problemas com roteiro e com veracidade do que a primeira película. Fora o fato de que quem brilha no filme não é o que está com nome no letreiro. Aliás, parabéns para o Tom Hiddleston cuja interpretação está cada dia mais bela, debochada e desaforada. Mas então, vamos aos comentários abalizados, ou não...



Thor 2 começa de onde Os Vingadores terminou. Diferença pouca, algumas semanas. Porém de Thor 1 para a sequência passaram mais ou menos 2 anos. Jane Foster está em uma crise de meia idade, mesmo assim procurando seu macho, Loki trancafiado na masmorra e Thor está recolonizando os 9 reinos. Sei que a palavra certa não é essa e sim trazendo a paz, mas já que o filme tenta tirar a divindade dos personagens e trazê-los para um lado de civilização avançada não consigo entender porque os povos acatam as vontades dos bebedores de hidromel. "Paz" restaurada e a ponte Bifrost recontruída Thor volta a Midgard após perceber que Jane sumiu do planeta e dos olhos de Heindall (Que a propósito na versão dublada me aparentou chamarem ele uma vez de Rayden, o que se for verdade foi uma baita rateada.Vi a legendada no cinema). A história é meio maluca. Malekith é o vilão central o qual criou uma essência chamada Éter que não poderia ser destruída e traria um poder descomunal para quem o possuísse, inclusive para mim é uma forma de vida própria parecida com a simbionte alienígena que originaria Venom. Só que num passado distante o pai de Odin, Bohr, conseguiu detê-lo e - presumi-se  - mata todos os elfos negros a serviço do Malekith incluindo ele e seu centro de força. Porém de um jeito que em dezenas de cenas aconteceria explicações são descartadas para tudo como, por exemplo, o tal Éter veio parar na Terra. Por causa do alinhamento? O dito alinhar dos 9 mundos que acontece raramente e que Heimdall citou que aconteceu antes de ele ser o guardião de Asgard? Mas que Erik, o astrofisico peladão, mencionar ter sido presenciado porpovos antigos da Terra. Bom, se minha matemática científica está em dia... Para os crentes do evolucionismo Midgard teria no máximo 7 mil anos. O que para o negão nórdico (outra coisa que implicaram no primeiro, besteirada pura. A voz e o semblante do ator é incrível.) deveria ser um equivalente a um fim de semana. Nem vou comentar o Thor pendurando o Mjölnir no cabide de casacos e como um simples objeto de madeira poderia ou ter rasgado-se em mil farpas ou ter tido honra suficiente para se tornar um pedaço de madeira Thor (acredite, até sapo já vestiu o elmo).
Porém mesmo esquecendo todos esses detalhes, e eu citei apenas alguns, o filme não é bem construído. Dá-se a noção de que queriam fazer um filme épico com inimigos meio Star Wars, mas que não sabiam bem o que fazer. Ilustro a cena enche linguiça  em que Thor procura a ajuda de Loki para escapar de Asgard e eles mais a mulher do Cisne Negro embarcam em uma navezinha, um barco voador e precisam da ajuda de todos os seus amigos para o tento. Poxa, o Thor não precisaria esconder-se dos guardas de Odin! "Qualé", Mesmo sem precisar confiar no seu martelo ele poderia detê-los facilmente. Vence batalhas contra gigantes de gelo, elfos negros e criaturas mitológicas e mesmo assim se espreme em um avião como uma menina histérica com medo. Sério, não tinha o porquê. Ele deveria temer apenas Odin, e olhe lá também.
Malekith não foi um bom vilão, na minha opinião, pois não teve destaque nenhum, apenas como articulador de um ataque para recobrar seu Éter. E quando o teve não o soube usar. Pareceu-me um pouco aqueles grandes blefadores do Poker, mas cuja habilidade é zero nas cartas. Enfim, nem mesmo sua fraqueza ao ferro foi utilizada.
Quanto às interpretações, Cris Hemsworth parecia mais à vontade já que é seu terceiro filme como brucutu, e embora não seja um Thor perfeito admito que tem sido um bom representante dando vida ao personagem com sua voz forçada de ogro, como diria a Bezerra Negra que viu comigo a película. Tom roubou a cena, como já dito, Natalie Portman   fez o dever de casa pra ganhar uma nota mediana e Tony Hopkins considero como um Odin fraco desde o 1º filme, mas isso se deve a idade avançada cuja maior cena de ação ou mesmo drama é dele mexendo o pescoço pros lados. Mesmo assim respeito-o por sua importância no cinema cujo apenas o nome faz acharmos o Odin pelo menos digno de respeito.



Bem, vamos aos detalhes do desenrolar da trama. A mãe de Loki e Thor morre numa cena ridícula e sem propósito já que ela poderia ter criado uma ilusão para as duas e aparentemente parece que ninguém deu a mínima para a morte dela, o Thor só queria pegar a piriguete terráquea. Não saquei o motivo da morte, sem ser a inclusão de um motivo para Loki embarcar no roteiro, em busca da vingança da única pessoa que amou. Loki simula sua morte e toma o lugar do Pai de Todos gerando um plot para o terceiro filme e Thor após uma batalha xoxa contra o líder dos elfos negros, embora a parte dele pulando e cravando os aparatos do Erik com o Mjölnir tenha dado um efeito legal, foi tão insossa que o que deu cabo do vilão foi uma espaçonave cair em cima dele.
Porém o filme vale a pena sim. Apenas não foi mais do que o primeiro que ainda vejo como mais divertido e por incrível que pareça mais adequado a proposta. Porém teve cenas genias nesse filme atual como o Mjölnir atravessando o espaço em idas e vindas em busca de seu dono, o Loki transformando-se no Capitas (Chris Evans pagando de figurante avulso, haha, mas foi genial isso, tirando onda de um personagem que todos odeiam mesmo) e o foco em Asgard foram acertos do filme. Ver os personagens Thor e Loki novamente no foco das atenções também é algo que vale muito a pena, pois são heróis e vilões que muitas vezes misturam seus papeis. Thor é um cara durão e não hesita em fechar o Mjölnir na cara dos seus inimigos diferentemente de Batman, Super-Cueca e o Cuequinha-Verde. Ele desce a porrada quando o adversário é mal-intencionado. E Loki consegue atrair a torcida do público arrancando gritinhos sufocados em cenas de sua pseudo morte. Eu particularmente curto muito as histórias do Thor. Recomendo os roteiros de Walter Simonson, embora tenha a fatídica história do sapo. Enfim, vale a pena sim.
Então recomendo irem ver o filme e gritarem vibrando pelos heróis Marvel, só que não entendo porque a crítica se agradou tanto. Talvez seja a falta de filmes bons esse ano.



E o último detalhe que quero comentar: SPOILER TOTAL:
Thor abdica de ser rei e é revelado que Loki tomou a forma de Odin. É dele as palavras finais. Acaba, aparentemente, e sobem os créditos. Super curtos. Aparece a cena pós-crédito: Sif leva para o colecionador uma das gemas (plot para Thanos, certamente) para o Colecionador. Eles temem que possam ser reunidas. Escuro. Créditos sobem novamente e muita gente vai embora. E depois de alguns minutos entra a cena pós-pós-crédito. Sim, a Marvel fez isso. O Thor volta pra Terra e acontece o beijo da humana com o deus. E um dinossauro perdido por Midgard pra dar um tom cômico. Putaqueparél, a Marvel roubou o desfecho do filme de muita gente. É como pagar pra ver um filme sem final. Seja como for, achei engraçado. Não deixa de ser um presente para os fãs. Para soltarmos um sorriso triunfante no final da sessão. Valeu ser marveco.

Ah, olha como eram, e é, o uniforme do brucutu nos 3 filmes:


TOMA RUMO GURI!!
ps. Comprei um Mjölnir =Pp

Pankeka Show #07 - Chiquinha


Respeitável público! Haha, e aí... Voltamos. =)

Esse Pankeka Show está muito legal. Conseguimos uma super entrevista com a Cecília Lemes, dubladora da Chiquinha, que falou o que rolou na turnê, temos os melhores momentos (alguns, é verdade) da Chilindrina na TV e falamos com a própria Maria Antonieta e... Bem, tem que assistir para saber. Espero que gostem, pois cada dia mais fazemos um conteúdo próprio com muita dedicação e prazer. É pra vocês, mas também é para nós. A satisfação é indescritível.
Enfim, continue conosco! E com a página do A Turma do Barril: facebook.com/Aturmadobarril que é nosso parceiro de trabalho. Temos nossa página do Face do TRG também e se puderem curtam, comentem e divulguem. Enfim, bom divertimento!




Ah, uma rápida história: A Chiquinha não ia falar, mas mandei um desenho pra ela por um cara da INFRAERO e qual não foi minha surpresa quando ela apareceu posando com ele. Por vontade própria. Claro que cliquei. E ainda tirei uma foto com ela mais tarde. Um sonho realizado.




Já estamos preparando o próximo videocast que é sobre a Feira do Livro e temos a review do Thor. Inté mais... Ou melhor...


TOMA RUMO GURI!!