10 Dicas para Escrever Melhor

Muitas pessoas sonham com a publicação de um livro, porém é necessário pensar, e assim sendo decidir-se, se o que se quer é apenas o objetivo de transformar em papel as letras extraídas a força de sua cabeça ou se planeja-se uma carreira como escritor. Essa segunda opção é mais complicada e exige algumas estratégias além de um pouco de talento e muitíssima paciência e disciplina. Estava pensando em algumas dicas para quem gostaria de praticar essa transição e elaborei algumas dicas que tenho notado observando escritores que se frustraram e aqueles que atingiram seu objetivo. Vou ser superficial e separar por hora apenas 10 dicas divididas em o que é válido tentar e o que se deve largar de mão. Maneiras certas para escrever uma boa história:
  1. Crie um enredo universal. Por mais que você tenha um nicho a quem queira atingir não é sábio restringir o gosto pela leitura apenas para os seus amigos de condominio. Se você escrever sobre um casal que se conhece desde pequeno baseado em conhecidos há de se criar um vínculo para as pessoas que irão ler seu texto, portanto não adianta focar que eles estudavam no seu colégio ou que gostavam de jogar botão com seu avô na garagem, é necessário tentar achar sentimentos e pensamentos que permeiam a humanidade há tempos imemoriais, como por exemplo, explicitar que a amizade bonita virou uma história de amor de tirar o folêgo mesmo ele sendo rejeitado por anos a fio até haver uma reviravolta quando ele segura-a firme e enquanto ela tenta escapar ele sela-a com um beijo. Leitores gostam disso, de reviravoltas, de rejeição e superação e de uma história de amor que vale a luta. Ainda alguns se indignarão por pensarem que ele aproveitou-se dela, mas críticas para onde a história se dirigiu é ótimo, diferente das apontadas para sua maneira de escrever.
  2. Crie tensão. Essa dica é velha, mas muita gente não gosta de usá-la ou ainda alguns acabam por não saber como fazê-la corretamente. Um livro onde todo mundo se desse bem não ia ter a menor graça, somos sádicos e queremos meter o mocinho em uma enrascada para depois torcer para que tudo se ajeite. O negócio é saber dosar esses "perigos" do dia a dia, guardando os melhores para o desfecho de cada parte essencial de seu livro.
  3. Pratique. Essa é mais velha que andar para frente. Pegue pelo menos 15 minutos para escrever todo dia e pelo menos leia um capítulo de ficção, por dia também. Ficção porque livro técnico não vai te ajudar em nada, acredite. Exercício completo esses dois anteriormente citados, treinando entradas e saídas de criatividade, digamos assim. Ah, o ideal mesmo é escrever e ler sempre que possível. As chances são maiores que esse um quarto de hora e vá, você passa mais tempo no Facebook. Tem que saber o que quer, certo?
  4. Crie personagens carismáticos. Treine isso, pratique fazendo esboços de poucas páginas e veja se eles são carismáticos e se você e quem for lê vai manifestar uma preocupação a respeito ou pelo um comentário jocoso: "Puxa, ela vai mesmo naquele lugar", "Ah, esse Serginho é cafajeste mesmo, hein".
  5. Arrume leitores de qualidade. Por mais que vovó Zucreide e a tia Zurma falem que você é jeitoso duvide sempre de parentes e amigos melosos. Peça ajuda de pessoas que não só não vão passar a mão na sua cabeça, mas ainda vão lhe apontar o que pode ser feito para melhorar.
Maneiras certas erradas para escrever uma boa história:
  1. Abusar de palavras rebuscadas e difíceis não tá com nada. Isso já colou muito no passado, mas hoje em dia está em desuso, graças a Deus. O lance é caprichar na narrativa e na construção de personagens carismáticos.
  2. Agora vai uma opinião pessoal minha: Não abuse de diálogos. Por mais que não exista uma regra acaba caindo em uma sensação de livro vazio quando não existe uma camada de sutileza que é inserida com descrições de pensamentos ou de atos no espaço físico ou além.
  3. Não exagere demais na enrolação. Admiro demais Tolkien e Stephen King, mas não se pode negar que eles dão aquela enchida de linguiça para prolongar a leitura. Às vezes é bom, outras não. E se você não for genial como eles não tente ludibriar o leitor. Gostei muito do que li de Joe Hill por exatamente ele ir direto ao ponto em Estrada da Noite. Tirei o chapéu pra ele e sempre faço para quem me diverte sem firulas demais.
  4. Multiplas linhas de tramas. Tente focar em uma história, ou no máximo duas ou três. Às vezes temos tantas ideias e queremos realizar todas que simplesmente não terminamos nenhuma. Vá em frente, chapa.
  5. Não pense que quando o ponto final aparecer imperioso no final de todo aquele seu trabalho exaustivo que tudo está terminado. Revise uma vez lendo como professor Pasquale e após isso como se você estivesse no papel de se enterter. Para mim só dá certo essa parte depois de pelo menos um dia após a escrita. Tente isso.  
Espero que essas dicas iniciais possam dar um bom tiro de meta para você começar a se achar nesse mato sem coelho. É importante salientar que dicas de escrita servem somente como apoio e jamais serão rígidas a ponto de alguém talentoso não poder tripudiar em cima. Eu mesmo quebro muitas delas, não dessas que eu apontei hoje porque elas são certeiras, mas é bom lembrar que escrever não é uma matéria das exatas, ao contrário, é uma arte que requer sensibilidade.

Guru do Amor e a perdida do carnaval (Com melhores momentos)


E as quartas-feiras do primeiro semestre de 2014 serão de quem? Ham? Ham? Ham? Hamburguer.
Sim, do mestre do tato, do professor da arte de passar a língua na orelha, do militante do chupão do pescoço, sim, do Guru do Amor, Dr. Choo Pisco. E para dar um embasamento para os que vão acompanhar sua coluna vamos relembrar o melhor de sua trajetória pelo TRG e como bônus ter uma pergunta inédita respondida pelo iluminador de corações... Acompanhem!


Boa tardi Dr. Choo Pisco. Tenho 24 anos e sou uma mulher feliz. A única parte qui faltava para me completar era um relacionamento e agora tenho isso tbm. Ele é muito amoroso e diz q mim ama o tempo todo. Porém tenho mto medu dele ter outra pessoa ou de imaginar que ele possa falar isso só por dizer. Tem como eu saber se ele realmente gosta de mim?

Ines Q. Civelinda - São José do Passo a Quatro




Pantera Inês, querida, agradeço pelo contato.

Uma relação é algo bonito como o dia em que descobrimos que o filho não é nosso e complicado como hemorróida na adolescência. Por isso todo conselho pode se tornar muito vago nessa área repleta de paus nos cus. Tome muito cuidado com aproveitadores que falam que amam e que gostam, mas que só querem por a mão na Framboesa. Dica de ouro: Cuide bem da Framboesa, é ela que vai lhe dizer quem é o homem que vai te preencher, mas não adianta nada se ela ficar toda lambida e virar Cáqui. Ninguém gosta de Cáqui, o pessoal gosta de Framboesa.  Tem o cáqui-chocolate que gostamos, mas não perguntaste de anal.

Tá, mas dito esse cuidado fundamental temos que saber se ele gosta realmene de você, certo? Bom, eu sempre dou um conselho infalível para as leitoras da revista "Bu#%¨&* Doce", onde escrevo, que é a seguinte: Tatue uma jeba jamaicana no rosto dele, daquelas indeleveis, sabe? Se ele lhe abraçar forte e lhe dizer que nada mais tem importância, que te perdoa e que te dará sempre a parte recheada da Negresco case com ele antes que outra quenga lhe fisgue, afinal você chegou primeiro e tem a preferência. ;]

Quanto ao fato dele ter outra, nem esquente. Malhe essa bunda e deixe-a do jeitinho que o dr. Choo Pisco lhes ensinou no magnífico "11 Passos para ter a Bunda ButterToffer" e depois é só confiar na sua "Magibunda".

Dedo molhado no seu coração, fofa.
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Dr. Choo Pisco. tenho 18 ans e a gats que eu gosto eh engenheira e esta pensando em se alistá na Legião Estrangeira e partir pra França. Ela já é casada, tem filhos e gosta de dansar lambada segunda, quarta e cesta. O que fasso drrrrrrrrrrrrrr??

Paulão do Caminhão - Uberlândia



Pede pra ela fazer um Chupisco!







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Saudações femininas, dr. Choo Pisco. Tenho 30 anos e sou secxualmente altiva. Posso já não ser tão joven cmo fui no passado, mas tenho aainda uma potensia secxual que é de dar inveza em muita garotinha de 18. Minha pergunta é como manter essa energia secxual e o que a idade poderá acarretar na minhas experiensia secxual daqui pra frente. ps. Não quero deixar de ser desezada pelos homems. Me ajjuda dr. Choo!!!!

Priscila Dainha - Morro das Mongas, BA.

Brotoeja dos meus anos dourados, agradeço seu e-mail e sinto sua preocupação latente como uma perseguida estimulada a despeito de sua idade. Isso é um traço comum nas mulheres que ousam ultrapassar a faixa das 30 primaveras flamejantes com uma vida sexual ativa. Porém você, sem saber, deu a chave para seu problema... Já jogaste Super Mario Bros? Certamente já, contando que você é uma quase velhaca quarentona. Então... No jogo você pode pegar uma flor de fogo e aí é bola de fogo pra cá, bola de fogo pra lá... Parece até que a Nintendo comprou um barracão de baile funk. E aí que lhe digo que você tem uma flor de fogo no meio das pernas, queimando em brasa, como o magma do centro da Terra cujas crostas são seus amontoados de anos e rugas. Agora que você sabe - é importante criar essa consciência, saber de onde tirar a energia bucetal - que tem essa arma na periquita, uma quase Fênix, é necessário fazer-se ver no alto do desejo de algum encanador - sugiro que trepe em um andaime vestindo saia jeans sem calcinha - e logo aparecerá um bigodudo para se escafurdar no seu flamor.
Quanto aos perigos da idade realmente alguns cuidados básicos devem ser tomados visto que o visual vale mais que a energia empregada. Mas o dr. Choo Pisco tem valiosas dicas que ele costuma dar (ui!) na revista semanal "Bu#$%*a Doce", como na matéria "Dicas para não embarangar essas pernas de sereia". Aí vão algumas sugestões da reportagem cuidadosamente extraídas como faria um depilador ao se deparar com um ânus cabeludo:
3 - Faça exercícios matinais com sua área íntima. As rugas lá embaixo são piores do que as que aparecem no canto da boca de seu avô hipoglicêmico, portanto extravase ficando nua na frente do espelho, colocando botas brancas tipo Xuxa e fazendo um agachamento cantando uma música do Fábio Júnior. É tiro e queda.
2 -  Não coma Chokito naqueles dias especiais que vai rolar anal. Amendoim é perigoso!
1 - Não deixe seu mamilo amarronzar. Não há nada como tetas bonitas sendo comidas por uma nesga escurecida como se fosse um biscoito de grife. CUIDADO: NÃO DEIXE SUAS TETCHAS TEREM DUAS NEGRESCOS. Se chegar a esse nível, acabou para você.
Dedo molhado no seu coração, fofa.

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Caro, Choo. Tenho 46 anos e a istoria que eu conto procê é a verdadi pura e nua. Sou do interiô desse Brasiu de meu Senhor e sou um trabaiadô esforsado e todo dia tô na roça no batenti pezado. Contece que prómeu divertimento eu saio di noite com minha motoquinha e dou umas voltas locas pela pasto adentrando a selva que nosso paíz é tão elogiado. Contece que uma noite deças eu vi uma luz muito luminosa que me ofuscô a retina. Quando vi estava dentro de um disco voadô. ET's com cabeça de Lango-Lango me falaram que era preu buscar o conhesimento e quando me devolveram pra mata foi o que eu fis. Por anos espero o retorno desses amigos do céu. Se um dia eles voltarem mesmo o que devo fazer?

Toniolo Barraco - Capiroca do Sertão, MG.

Pede pros aliens fazer um Chupisco gostoso e cuidado com a sonda anal.








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 Dr. Choo!! Mi ajuda!! esto desesperada. Pulei o carnavál em uma sidade de praia aqui perto daminha sidade. Coenci um omi xeroso con um abadah de cerveza xiqui e um bigodi de carrocerô xarmoso. O pobrema é que ele não deixou um numero de telefoni, ô um contato de facebuque, orkuti ou mesmo wazapiu. Pra piorar a cituasão estou axando que to gravida. Minha mestruasão tá atrasada. E agora?

Mariana Rombada - Rainha das Frutas.


Queridinha do mamilo silvestre. Não consigo entender como você pode ter engravidado no período do carnaval e já estar com o zigoto na portinha. Você deve ser o caso mais rápido de bonvivant que eu já ouvi falar. O seu problema é facilmente identificável como um caso de perereca amuada com sede de pica rica. Minha recomendação é que procure no dicionário, caso tenha um, a palavra interesseira e que aprenda alguns conceitos de matemática. Poderá se dar muito bem lá para dezembro. De resto lhe desejo que veja o replay dos melhores momentos da mangueira entrando e muitos chupiscos sem grilos.



Bem, é isso. Continuem acompanhando a coluna do dr. Choo e podem mandar suas perguntas para o tomarumoguri@gmail.com que encaminharemos para o Cafofo do Amor dele. Ui!

Toma Rumo Guri!!


Especial Carnaval - SQN.


Ê lerê! A maior festa brasileira passou, deu. Com certeza o verbo dar está em uso múltiplo nesse texto. Não tenho nada contra o feriado em si, é até agradável esse tempo de descanso, mas a festa da carne é insuportável. Talvez você jovem mancebo goste para caramba e tenha até se esbaldado em um camarote mixuruca fingindo que estava no seleto grupo de artistas da Devassa ou outra cerveja com gosto de xixi, mas o fato verdadeiro é que espero que você pelo menos tenha passado ileso e sem nenhuma doença deses 4 dias de miséria mascarada. Aí sim, só alegria.

Por isso tudo e mais um pouco resolvi fazer um único post só para falar do carnaval brasileiro. Bem de longe, pois passei a base de um kit de sobrevivência bem distante da folia, pois até até um apocalipse zumbi seria menos terrível para mim.

Quem olha eu falando assim acha que estou sendo injusto. Vai dizer que é uma festa tão bonita e que é reconhecida pelo mundo todo. Sem falar nas mulheres bonitas, claro. Mulheres eu concordo, agora é fato que a maioria das mulheres que você vê aí no festerê não tem nada de mais próximo de bonitinha. Você idealiza uma Ellen Roche e acaba se deparando com isso:


Agora você vai até o fim desse post, não reclama...


 E nem celebridade se salva.

 
O Carnaval até que tem uma idéia (foda-se a nova ortografia, não gosto dela) bacana. Se fosse um desfile de carros alegóricos contando uma história bacana seria algo muito instrutivo e cultural. Mas ao invés disso troca-se uma história interessante por nudez de gente bêbada e uns carros vestidos de carrancas que parecem mais uma homenagem ao episódio indígena do Picapau onde havia aquela estátua apache carrancuda. É estranho, não dá pra entender. Já houveram coisas legais nessa festa popular, mas com certeza se perdeu no peito de alguma mulher fruta ou atriz fracassada de meia idade. Veja alguns exemplos legais:








Ia ser bem mais legal. Todo mundo curte uma festa a fantasia. Isso por si só seria uma bela maneira de se divertir. Um Halloween brazuca sem caveiras e abóboras, "sabe colé"?




Na verdade tem muito bloquinho de salão que mantém esse espírito menos libertino e até mesmo abre para crianças se fantasiarem e se divertirem com a família. Alguns até usam tema nerd, mas nem sempre são bem família não.



A música e o lance da estrela foi uma boa sacada, mas pegar uma Peach borrachuda não foi muito legal, nem um bom exemplo para criançada. Com tanto manguaceiro na parada me estranha muito eles elevarem placas com Vida (1 UP). Detalhe para a nega véia gritando que não jogou videogame.

Para mim, um roqueiro das velhas batidas (com limão e Vodka), preferia que o carnaval oudesse ser assim:


Bem, enquanto isso não acontece por aqui, vou ficar no meu bloco favorito mesmo...


...e será assim que vou pular carnaval esse ano:


Bem, eras isso. Ah, faltou só dizer que estamos de volta para a temporada 2014. Bem vindos ao novo Toma Rumo Guri (TRG). Novo na verdade só o ano, as mesmas piadas, o mesmo humor. Esquindô, esquindô.

TOMA RUMO GURI!!

Ordinááááááááááááááária - É o Tchan Acústico


O que a publicidade transforma não está no gibi. Desde propagandas de garotas seminuas para vender serrotes até... É o Tchan representando saquê. Bem, tem seu sentido se pensar que eles começaram no ramo do bacalhau. Ainda mais quando as meninas do grupo ficavam suadas de tanto balançar a bundinha. Mas enfim...

Fato é que todo mundo já pegou no compasso em uma festinha de garagem tentando passar o rodo no "Agora Pare..." enquanto a tia Lurdinha gritava com sua sobrinha porque ela não estava descendo na boquinha da garrafa direito. Pois é, o É o Tchan é patrimônio cultural. Brasil-sil-sil-siiiiil.


Ah, sim, o vídeo em questão é algo bem relax, uma bossa para os ouvidos suaves, bem melhor que a bosta habitual.



Mas vocês notaram que eles ficaram galãs demais? Isso não está certo. É a mesma coisa que colocar dente no vocalista do Molejão. Não bate com a origem raiz. Lembra dela? Não? Pois o TRG te ajuda a lembrar...

 
Só tenho uma coisa para dizer: Ordinááááááááária!

TOMA RUMO GURI!!

Bônus:



Redação da Ufrgs (minha)

Vocês conhecem àquela do papagaio? Por décadas era assim que as anedotas nasciam. Despidas de qualquer senso crítico e despreocupadas por sua essência em trazer algum tipo de reflexão incutida em suas carcaças percorriam salões, bares, clubes e até mesmo recônditos inocentes e pueris como escolas trazendo o efeito inequívoco de fazer rir. Hoje não, o simples ato de contrair o estômago alheio apenas com palavras e gracejos não parece mais satisfazer os cômicos de nossa geração. É preciso causar.
Enxergo da seguinte maneira: O humor existe para nos esconder das agruras cotidianas, ele serve para nos propiciar uma fuga do estresse e para desanuviar nosso mal-humor oriundo de fábrica nessa maternidade de loucos que é a cidade grande. Um homem vestido de mulher jogando uma torta de morango na face de seu chefe é algo totalmente estupido, mas é uma ação que vai mexer com nossa sensibilidade e contradizer nossas regras internas de algo normal – Não se arremessa comida em patrões – nos induzindo a rir do absurdo, aliviando as tensões; ainda distraindo nossa mente sempre entulhada. Se houver uma ou outra lição de vida, tanto melhor. Porém é necessário salientar que a ferramenta do humorista é o humor. Como não somos animais rasos temos inúmeras aptidões e maneiras de pensar e por isso é até aceitável que temperemos nossas atividades com um toque disso ou daquilo, mas não é correto deixar o pote de condimento pessoal vazar; pode acabar ficando intragável. O papel do legislador, por exemplo, é fazer leis. Que confusão teríamos se ele resolvesse escrever sonetos em tempo integral. “Cada macaco no seu galho”, como dizem por aí. Preciso que me façam rir. Mais que isso, quero gargalhar. Moral eu aprendo em casa, pode deixar.
A comédia brasileira tem outro problema para se preocupar: O politicamente correto. Os humoristas estão sendo cercados pela sociedade que não sabe mais brincar. Besteira! Palavras ganham valor para quem as animam, se deixarmos ela apenas no campo do jocoso desaparecerão como brisa. Palavras fazem guerras, lembrem bem disso.
Então fica a lição aprendida: Piadistas façam rir, políticos leis, famílias ensinem e a sociedade, por favor, a não se levar tão a sério. Invoco um político que se atrapalhou em seu papel: “Relaxa e goza”. Viu como é fácil se perder? Agora me deixe terminar àquela do periquito...


Essa foi minha redação na UFRGS em 2013, sobre o tema "O papel e os limites do humor na sociedade". Transcrevi o rascunho, espero que tire uma boa nota. Depois eu conto.

Pai realiza o sonho e garoto vai parar em Dragonball Z


Rasdael. Sabe quem é? Pois é, eu também não. É um garoto de 9 anos que tem um pai muito nerd que resolveu dar de presente para seu rebento uma animação onde Goku e Bulma (em desenho e voz, visto que o chapa conseguiu que os dubladores oficiais brasileiros dessem vida a homenagem) dão um toque que a família do moleque é tudo de bom. E como se não fosse o bastante, ele e o pai foram transportados para o mundo Z em uma abertura "daora a vida loka mano". Se para uns marmanjos como "nozes"  já dá um nó na garganta, imagina para um garoto de 9 anos onde a fantasia ainda vigora? Ah, chega de papo e aperta o play.



Parabéns para o garoto e para o Robson que zerou a vida. Pelo menos para seu filho, que no caso, é quem importa.

TOMA RUMO GURI!!

Como era PRECIOSO nosso podcast II - A Desolação de Smaug


Fala aí nerds que escondem o anel. Estamos de volta com nosso PRECIOSO podcast. O Pankeka Cast de hoje é sobre o grandiosíssimo (em polêmicas pelo menos) filme A Desolação de Smaug. Vamos analisar se Kate deveria ter saido da Ilha, se Legolas é baitola, se o o Peter Jackson meteu os pés pelas mãos e sobre o Troféu Imprensa dos anões. Um podcast cheio de spoilers e risadas. Espero que gostem. Ah, reutilizei o painel antigo porque deu trabalho para editar a tempo de sair no dia de natal. Então não encham, haha. Feliz natal para todos e aguardem a Revista do TRG. São 6 anos de site, 6 anos de um trabalho que me diverte até hoje.



Ou baixe para ouvir no busão: AQUI.

Participantes: Saul, Marcela, Karol, Renan e Smaug (Não me xinguem).

O ministério da saúde adverte: Esse podcast não é recomendado para menores, pois o Renan fala cu muitas vezes. Aliás, conhece o HQFan?

TOMA RUMO GURI!!

Trailer do Godzilla


O rei dos monstros está de volta!

Godzilla, ou Gojira para os íntimos, está voltando para as telonas novamente. Prometendo trazer mais destruição do que nunca. Será? A Warner divulgou o primeiro trailer legendado da obra. Com atuações de Aaron Taylor-Johnson ("Kick Ass – Quebrando Tudo"), o indicado ao Oscar Ken Watanabe ("A Origem"), Elizabeth Olsen ("Martha Marcy May Marlene"), a também oscarizada Juliette Binoche ("O Paciente Inglês", "Cosmópolis"), Sally Hawkins ("Blue Jasmine"), e o nominado David Strathairn ("Boa Noite e Boa Sorte") e Bryan Cranston ("Argo", série de TV "Breaking Bad"). O trailer não mostra muita coisa e é difícil saber se veremos o lagarto gigante colocando para quebrar ou se será só mais um filme ruim (eufemismo) que nem o Mathew Broderick salva.



TOMA RUMO GURI

Cabine de Imprensa - Hobbit, A Desolação de Smaug



Convido-lhes, caros leitores, a mais uma vez viajarmos pelas belíssimas paisagens da Terra-Média. Ignoremos por alguns minutos – enquanto lemos essa resenha ao menos – que a locação do set foi a Nova Zelândia e embarquemos nesse mundo proposto por Peter Jackson, embasado na obra incontestável de Tolkien, para analisarmos o filme como um todo e tecermos os comentários pertinentes a respeito de O Hobbit – A Desolação de Smaug. Para o quesito de facilidade de nomenclatura chamaremos o filme pela sigla de HDS, okay?Pode ler que não haverá spoilers sobre a obra nesse review, sendo que posteriormente lançaremos uma análise sobre o caminho tomado pela obra. Caso veja que não há opção de não falar de algo que possa comprometer em algum nível alguma surpresa você será avisado, então leia tranquilo. Claro, que se você não quiser saber NADA antes do filme, bem, então pra quê ler uma análise? Bora lá?
 Para inicio de conversa há uma pausa na campanha empreendida pelos anões. Na primeira parte da trilogia de O Hobbit havíamos sido deixados após a perseguição dos Orcs e Wargs. O final do primeiro filme estava galgando um grau de ação sequencial e ascendente que imaginávamos se o novo filme começaria no mesmo nível. Não.  Somos levados em um flashback para Bri, aquele lugar onde não é fácil fazer amigos, onde Thorin Escudo-de-Carvalho conheceu Gandalf e esse lhe explica e lhe incumbe a missão que culminaria naquela belíssima sequência de jantar/ reunião dos Dwarfs na casa de Bilbo. Na taberna somos colocados a par de muitas coisas que não sabíamos no primeiro filme, inclusive o motivo que encadeou a decisão do líder de seu povo a voltar a Erebor e uma parte confusa sobre Thrain.
O HDS é um filme primorosamente bem cuidado no quesito de cenografia e figurinos nos teleportando sem muito esforço para a terra fervilhada da mente de Tolkien. Mesmo sendo uma parte da saga onde partes bonitas como o Condado ou a Toca das Águias não sejam mais recorrentes, muitos cenários continuam de prender o fôlego. Lugares novos como as terras dos homens foram bem retratadas, embora seja muito forte o lado político urbano que Jackson explicitou nela. Porém isso é algo que realmente é pincelado no livro, só que quando ganhou um quadro visual pareceu algo mais pungente. Há muitos mendigos, as casas são aglomerados sobre tablados sobre a água e há muitos comentários que lembram muito países subdesenvolvidos. Deu um tom real pra coisa toda. O único cenário que eu particularmente não achei condizente com o restante foi a Floresta das Trevas. Tanto que quando Bilbo espia por sobre as árvores e vemos aquelas imagens acachapadas pelo sol dá um alivio muito grande. Talvez fosse essa a ideia do diretor, de criar algo abafadamente psicológico, mas não agradou muito não. Nem mesmo o grandioso refúgio élfico me agradou. Parecia tão longe do orgulho do povo de orelhas pontudas.
 Quanto ao enredo temos um filme que na visão macro é fidedigna e nos detalhes deixa um pouco a desejar. Muitos atores acabam por novamente diluir o aprofundamento nos carismáticos personagens principais e o foco acaba pairando mais do que devia no par romântico que faria até Sauron - que tudo vê – fechar os olhos um pouco. Tanto que os personagens principais parecem ser Bilbo, Gandalf e o casal. Mesmo assim alguns anões que na película anterior passaram batidos nessa edição tiveram uma personalidade melhor trabalhada, mas algo que apenas o diferenciava dos demais. Mais ou menos assim: O Bombur é gordo e preguiçoso, mas no máximo uma cena reforça isso e partimos pra outro. Espero que no terceiro isso se resolva. Caso contrário a maioria das pessoas só lembrará de Thorin, Balin (que estava muito carismático novamente, anão com cara de anão, sabe como é?) e os irmãos modelos. Ficou um pouco estranho. Mas já voltaremos a isso.  O filme me pareceu um pouco mais longo do que poderia sustentar uma diversão sem olhar para o relógio.  Isso se deve muito a falta de cenas épicas e musicais que permearam o primeiro filme. Muita pressão sobre Peter Jackson  – Por mais que os filmes tenham sido gravados juntos em 2011 muito material foi adicionado nas partes dos elfos – interferiram para que se desse um apelo mais formal para a franquia com menos cenas de alívio cômico. 

 O engraçado é que justamente o que foi deixado de lado do primeiro para o segundo filme são as partes que mais deram certo. Peter Jackson havia declarado que HDS seria mais sério e com menos apelo cômico, só que o filme tem suas partes mais brilhantes em raríssimas cenas onde justamente prevalece o bom senso de humor. A parte dos barris ao meu ver, excluindo as cenas com o dragão, é a sequência mais legal e memorável do filme. Participam dela os anões, orcs e elfos, com a participação milionária de Legolas. Acho que para o filme emplacar como sucesso absoluto – nada nunca é, mas... – ele deveria ter explorado novamente as belas canções dos anões, não há uma música memorável que seja, torná-lo mais épico, a falta de cenas assim comprometeu em muito o saldo final já que em boa parte do filme ele fica temperando os telespectadores em banho Maria (tanto que já citei, mas reforço que a parte dos barris e de Smaug são as únicas partes que contém esses elementos fortes) e ter esquecido as ideias revolucionárias de roteiro como a do embate final entre os anões e Smaug. Não digo que a película devesse ser igualzinha ao livro (isso é coisa de nerd chato), mas algumas cenas modificaram a essência dos personagens. Aliás a crítica do primeiro  filme onde personagens como Bilbo e os anões ganham cenas de heroísmo onde na essência deles havia só sucessos aleatoriamente confusos e atrapalhados continua. Lembram quando o hobbit no primeiro filme rouba o triunfo que originalmente era de Gandalf? Bom, nessa edição foi extrapolado na conta dos anões. Porém o filme conta daquele jeito único de Peter Jackson de contar histórias da Terra-Média. E atualmente ninguém melhor que ele para contar histórias de lá. Tanto que ele cisma em fazer apostas altas como o retorno do elfo mais amado da trilogia cinematográfica original.
 Aliás, Legolas era uma preocupação. Todos estavam com medo de ser apenas um personagem caça-audiência (e claro que foi, mas a questão não é essa) tanto que até o Orlando Bloom explicou que pensou muito sobre sua participação deixando claro que PJ o convenceu de que seria dada uma explicação razoável e de fato sua participação no geral não estraga a jornada, com a única exceção (esse filme é feito de muitas delas) do triangulo amoroso. Deixemos isso para depois, ainda estamos falando das coisas boas. O elfo trouxe um algo a mais pro filme, embora desnecessário, o chamado encher linguiça, mas a referência a Gimli é algo genial. Vale pelo link para a trilogia da Sociedade do Anel. As cenas de embate dele são bem sincronizadas, o que não era de esperar por menos já que essa é uma das marcas do personagem, além do estereótipo montado nos filmes. E não foram apenas dois minutos como todos disseram não. Pode contar com pelo menos dez minutos de cabelos loiros esvoaçando pelo grande ecrã. Foi a participação discreta e necessária que um personagem inexistente na trama deveria ter. Já a Kate... Enfim, depois...
 Bilbo, Martin Freeman, continua sendo caricato, mas dessa vez com uma encenação mais discreta. O humor do único hobbit  em cena destoa do pastelão dos anões. . E isso é perfeito. Creio que por mais que os três filmes tenham sido gravado em uma tacada só o ator está bem mais solto e convence muito bem na pele do pequeno ser do Condado.  Não tem jeito, é nítido o humor inglês em suas caras e bocas. Você certamente rirá com a cena de Bilbo e Smaug na pilha infinita de moedas. Lembre-se dessa análise e volte para comentar se for verdade.
 Aliás, falando na mais terrível das desolações, Smaug rouba a cena. Desde o primeiro filme era o que todo mundo queria ver e com certeza é o monstro de CG que ganha o destaque do filme. Tanto que é feito uma enrolação desnecessária com o personagem.Mesmo assim é muito divertido. Mas sente e aguarde porque você vai amargar uma poltrona até ele dar as caras lá no final. Mas vale a pena, acredite.
Os anões estão muito bem obrigado e a única reclamação mesmo é a falta de vida para alguns anões secundários. Bombur poderia ter sido muito melhor aproveitado. Gandalf tem um papel decisório muito maior sendo que ele descobre algo sobre o Necromante que qualquer um fã poderia supor. Mas sinto-me desafiado a ver aonde os roteiristas irão ir com essa mini-saga paralela. O Bard, Luke Evans fez sua parte e até tem uma presença boa, embora discreta. Os efeitos de CG estão bem melhores que do primeiro, aliás é praticamente isso a definição do 2º filme: Acertos que o tornam melhor que o anterior, mas que carecem de algo que o torne GRANDE como o dragão. Smaug está bem construído com uma modelagem bem orgânica e com a participação brilhante de Benedict Cumberbatch, mas ainda parece-me que os modeladores não sabem bem diferenciar orcs de trolls, ainda mais que um clone do Azog é criado para dar um suspiro a mais para a raça mais baixa da Terra-Média.

Quanto a Evangeline Lilly pode ficar tranquilo, ela contiinuará sendo conhecida por Kate. Muito se temeu quando PJ anunciou que a atriz, aposentada por livre vontade para o show bussiness,  viveria um elfo fêmea e que ela seria um personagem que não estaria no livro. Fato é que ela interpretou bem o que lhe foi apresentado como papel, Tauriel, mas a criação em si é que não funcionou. Certamente sua namorada irá achar legal e vibrará com a Malhação élfica, mas esse plot só rouba cenas que poderiam ser desenvolvidas em personagens reais do livro. Lembro de ter lido uma entrevista que a atriz disse que era importante a personagem em um mundo onde só há homens bravos e heróicos, pois representaria a ala feminina. Ela que se diz fã deveria lembrar de Éowyn. Fora que por mais que sua personagem de fato seja uma guerreira de mão cheia com uma agilidade parecida com a de Legolas é nítido que sua função naquele mundinho não é exatamente essa. É muito mal construído a história toda dela. (meio SPOILER chegando) “Kate” se apaixona do nada pelo anão Kili e até, vejam vocês, acha o anão bonito. Enfim, para não estragar a surpresa fico por aqui nessa análise.
O filme é um colírio para os olhos cansados da mesmice hollywoodiana, mas pela expectativa gerada poderia render bem mais. Espero que em 2014 a terceira parte acerte algumas peças soltas da engrenagem e consiga deslançar em um final que possamos exclamar elogios ao sair do cinema. Será difícil sendo que Smaug não ficará até o fim. Mesmo assim aposto nas canções. Vai ser épico. Tem que ser...

TOMA RUMO GURI!!
aguardem um podcast e uma análise com spoilers.





Escolhida a nova Mulher-Maravilha






Desde que o Batman foi anunciado como parte essencial do filme do azulão muitas notícias vieram de barquinho na cachoeira de lodo hollywoodiana. Pessoas chiaram quando Ben Affleck foi escolhido o novo homem-morcego, muita gente torceu o nariz quando soube que o Bruce Wayne iria vir para dar uma lição de moral no bom escoteiro da DC certamente aparecendo mais que ele (Tudo depreendido de um trecho do "Cavaleiro das Trevas") e agora mais uma vez a Warner, dona da editora tecnicamente falando, cagou regra e mandou para os fãs um belo de: Chupem vadias!



Foi escolhida a mulher que usará o elmo estrelado de Diana: Gal Gadot. A escolha para quem viverá a Mulher-Maravilha Alberto não agradou muita gente. Teve gente gritando por Jaimie Alexander, alguns queriam trazer de volta a Linda Cartner (ô sonho bom *_*) e teve gente que devia comer cocô, pois bradava que fosse a Sandra Bullock, haha. Seja como for, a escolhida é essa tchuchuca heróica aí, ó:



O que acharam?

Bom, é óbvio que ela não tem as características física da mulher do laço da verdade. Falta digamos... Desenvoltura... u.u Isso...


...Tem que virar isso...


Mas agora sério, ainda é cedo para dizer alguma coisa. Existem realmente casos que nos surpreendem como o do último Joker, mas também tem os Lanternas You Know Right Verdes para nos lembrar que a probabilidade é que não fique tão legal quando não vai de encontro com a opinião daqueles que mais sabem sobre os personagens: Seus fãs. Enfim, vamos torcer. Durante o mês e as próximas notícias vamos digerindo isso melhor e fazendo comentários mais precisos. Mas que vai ser um exercício a imaginação, vai... Por que não chamaram essa ó:


Vai dizer? Haha...

TOMA RUMO GURI!!

Ps. O corretor ortográfico tentou corrigir "homem-morcego" por "Homem-Aranha", vai se entender o que quer que ele tenha tentado dizer... =Pp